Fontes, Wdisson Cleber da CostaOliveira, Jéssica Monteiro de2026-07-282026-06DE OLIVEIRA, Jéssica Monteiro. O POTENCIAL TERAPÊUTICO DO PLASMA RICO EM PLAQUETAS (PRP) NA MEDICINA REGENERATIVA, 2026. 53 folhas. Monografia de Conclusão de Curso FASIPE - Faculdade de CPA.https://repositorio.fasipe.com.br/handle/123456789/1420ptBiomedicinaMedicina regenerativaPlasma rico em plaquetasO potencial terapêutico do plasma rico em plaquetas (PRP) na medicina regenerativaWorking PaperA medicina regenerativa tem buscado recursos capazes de estimular o próprio organismo a reparar tecidos lesionados, recuperar funções e melhorar respostas clínicas em diferentes áreas da saúde. Dentro dessa proposta, o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) tem recebido atenção por ser um produto autólogo, obtido do sangue do próprio paciente, com alta concentração de plaquetas e fatores de crescimento envolvidos na cicatrização, na angiogênese, na produção de colágeno e na modulação da inflamação. Diante disso, este trabalho teve como objetivo de investigar a eficácia e a segurança da utilização do PRP em tratamentos regenerativos. O problema de pesquisa foi orientado pela seguinte questão: qual é a eficácia do Plasma Rico em Plaquetas como recurso terapêutico na medicina regenerativa? A metodologia utilizada foi uma revisão bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, construída por meio da busca, leitura e seleção de artigos científicos, revisões, estudos clínicos, metanálises, documentos institucionais e normas profissionais, publicados preferencialmente entre 2020 e 2026, com manutenção de algumas fontes anteriores por sua relevância conceitual. Os resultados indicaram que o PRP apresenta potencial terapêutico em áreas como ortopedia, dermatologia, estética, odontologia, cicatrização de feridas e reparo musculoesquelético, podendo auxiliar na redução da dor, melhora funcional, estímulo ao colágeno e reorganização tecidual. Porém, a eficácia não ocorre de forma igual em todos os casos, pois depende do método de preparo, concentração plaquetária, presença de leucócitos, forma de ativação, via de aplicação, perfil do paciente e tipo de lesão. Conclui-se que o PRP é uma ferramenta promissora na medicina regenerativa, desde que utilizado com indicação adequada, biossegurança, padronização técnica e atuação profissional responsável.