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Navegando por Autor "Cavalheiro, Bruna Pruche"

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    Ozonioterapia aplicada no tratamento de doenças autoimunes
    (2025-06) Cavalheiro, Bruna Pruche; Ferreira, Daniele De Quadros
    As doenças autoimunes (DAs) são patologias crônicas e incuráveis, caracterizadas por uma resposta imune inadequada contra células saudáveis do próprio organismo. Estima-se que afetem cerca de 3% da população mundial, com maior prevalência entre mulheres de países desenvolvidos. Entre os fatores associados à sua etiologia, destacam-se componentes genéticos, alterações hormonais, dieta, estresse, infecções, disbiose intestinal e exposição a xenobióticos. As DAs mais comuns incluem fibromialgia, lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide e esclerose múltipla. A ozonioterapia tem sido investigada como tratamento complementar para as DAs, devido às suas propriedades anti-inflamatórias, imunomoduladoras e antioxidantes. Reconhecida como Prática Integrativa e Complementar (PIC) pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a ozonioterapia tem se mostrado eficaz no alívio de sintomas crônicos, na cicatrização de feridas e na melhoria da qualidade de vida. O ozônio (O₃) é um gás oxidativo que, ao ser administrado, gera espécies reativas de oxigênio (ROS) e produtos de oxidação lipídica (LOPs), os quais ativam o fator Nrf2. Esse processo estimula enzimas antioxidantes e promove efeitos imunorreguladores e vasodilatadores, caracterizando o fenômeno conhecido como hormese oxidativa. A aplicação do ozônio pode ser local ou sistêmica, devendo seguir protocolos específicos para evitar efeitos tóxicos. A ozonioterapia é considerada segura quando realizada por profissionais capacitados, como biomédicos devidamente registrados, com formação específica e utilização de equipamentos autorizados. Entretanto, há contraindicações importantes, como em casos de deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD), distúrbios graves de coagulação, doenças cardíacas agudas e gravidez no primeiro trimestre. Esta revisão bibliográfica, de caráter qualitativo, fundamentada em publicações compreendidas entre os anos de 2006 e 2024, reforça o potencial da ozonioterapia como ferramenta complementar no manejo das doenças autoimunes. Destaca-se sua capacidade de modular processos biológicos, contribuindo para a homeostase e a recuperação funcional dos pacientes.

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