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  • Acervo digital destinado à guarda e divulgação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) e monografias das unidades UNIFASIPE e Faculdade Fasipe. Garante a memória intelectual discente e a visibilidade da produção acadêmica em acesso aberto.
  • Memória administrativa e normativa da instituição. Reúne manuais de normas técnicas, editais, resoluções dos conselhos superiores e guias institucionais atualizados.
  • Acervo digital de livros completos, coletâneas e capítulos de livros de autoria da comunidade acadêmica do Grupo Fasipe. Reúne obras científicas e didáticas em formato de acesso aberto para consulta permanente.

Envios Recentes

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Ideação suicida em idosos institucionalizados: fatores de risco e contribuições da psicologia para a prevenção
(2026-06) Lima, Rebeca Martins de; Lima, Poliana de Freitas
A ideação suicida em idosos institucionalizados configura-se como um fenômeno complexo, influenciado por fatores biopsicossociais que envolvem solidão, perdas afetivas, declínio funcional e fragilidade emocional. Nesse contexto, torna-se fundamental compreender como a Psicologia pode contribuir para a prevenção e promoção da saúde mental nessa população. Neste sentido, o estudo propôs refletir sobre os fatores de risco associados à ideação suicida em idosos institucionalizados e destacar as possíveis contribuições da Psicologia para o desenvolvimento de estratégias de cuidado e prevenção no contexto das ILPIs. Para tanto, caracteriza-se como uma pesquisa de Revisão Sistemática por meio de obras que analisam os mesmos fenômenos propostos nos objetivos. Tais obras foram produções publicadas entre 2005 e 2025, consultadas em bases como PePSIC, BVS, Google Acadêmico, SciELO e PubMed. Com base na análise das obras, concluiu-se que a ideação suicida em idosos institucionalizados está associada a múltiplos fatores biopsicossociais, destacando-se a depressão, o isolamento social, a fragilidade dos vínculos afetivos, o abandono familiar e a perda da autonomia. Embora a institucionalização não constitua um fator determinante isolado, ela pode potencializar vulnerabilidades preexistentes, evidenciando a importância da atuação da Psicologia na identificação precoce dos fatores de risco e na implementação de estratégias preventivas voltadas à promoção da saúde mental e da qualidade de vida dessa população.
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A interseção entre a alexitimia e a manifestação da sintomatologia depressiva em idosos institucionalizados
(2026-06) Silva, Maria Eduarda Rodrigues da; Berti, Regina Primila Cardoso
O envelhecimento populacional consolidou-se como uma realidade crescente no Brasil e no mundo, trazendo novos desafios à saúde física e mental. Entre os transtornos mais prevalentes nessa fase, destacou-se a depressão, frequentemente associada à institucionalização e ao isolamento social. Nesse contexto, a alexitimia, caracterizada pela dificuldade em identificar e expressar emoções, foi apontada como um fator capaz de potencializar o sofrimento psíquico e contribuir para o desenvolvimento de sintomas depressivos. O presente estudo teve como objetivo investigar a relação entre alexitimia e sintomatologia depressiva em idosos institucionalizados. Tratou-se de uma revisão integrativa qualitativa da literatura, de caráter descritivo e exploratório, realizada por meio de levantamento bibliográfico nas bases SciELO, Google Acadêmico, PEPSIC e PubMed. Foram analisados estudos publicados em português e inglês, relacionados à alexitimia, depressão geriátrica e envelhecimento institucionalizado. Os resultados evidenciaram associação entre dificuldades de expressão emocional, isolamento social e maior vulnerabilidade ao sofrimento psíquico e à sintomatologia depressiva em idosos institucionalizados. Concluiu-se que a alexitimia representa um fator relevante para a compreensão da saúde mental na velhice, reforçando a importância de estratégias de cuidado mais humanizadas e voltadas aos aspectos emocionais do envelhecimento.
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Os efeitos do excesso de telas na primeira infância sob o olhar da psicanálise
(2026-06) Santos, Isadora Medeiros dos; Nogueira, Adneides Lucas
O presente trabalho tem como objetivo compreender os efeitos do uso excessivo de telas na primeira infância sob o olhar da Psicanálise, investigando de que maneira a exposição precoce às tecnologias digitais interfere no desenvolvimento emocional, cognitivo e social da criança. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa e bibliográfica, fundamentada em autores clássicos e contemporâneos da Psicanálise, como Sigmund Freud, Donald Winnicott, Melanie Klein e Jacques Lacan, além de estudos recentes sobre o impacto das tecnologias digitais na infância. A investigação permite refletir sobre como o ambiente virtual influencia a constituição subjetiva e os vínculos afetivos, considerando que o brincar e a presença do cuidador constituem elementos essenciais para o desenvolvimento saudável. Os estudos analisados demonstram que a exposição prolongada às telas pode afetar processos simbólicos, a interação social e a formação do self, evidenciando a necessidade de maior mediação familiar e de práticas que priorizem o contato humano e o brincar criativo. Conclui-se que o uso excessivo de dispositivos digitais na primeira infância demanda atenção por parte das famílias e profissionais, contribuindo para discussões relevantes no campo da Psicologia e para a elaboração de estratégias de cuidado voltadas ao desenvolvimento infantil saudável.
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Os padrões de repetição em relacionamentos de mulheres vítimas de violência doméstica
(2026-06) Souza, Heloysa de Sales; Freitas, Poliana de Lima
O presente estudo teve como objetivo analisar os aspectos psíquicos, sociais e culturais que influenciam a repetição de relacionamentos abusivos a partir da perspectiva psicanalítica. Partiu-se da constatação de que a violência doméstica, em suas múltiplas expressões, permanece como uma problemática de grande relevância social, especialmente no contexto brasileiro, onde os índices de agressões contra mulheres e feminicídios seguem alarmantes. Apesar da existência de políticas públicas e marcos legais de proteção, observou-se que muitas mulheres permanecem ou voltam a se envolver em relacionamentos marcados por dinâmicas semelhantes de violência, o que evidencia a necessidade de compreender os fatores subjetivos e socioculturais envolvidos nesse fenômeno. Tratou-se de uma pesquisa qualitativa de caráter bibliográfico, fundamentada na análise crítica de artigos científicos, livros, dissertações, teses e dados estatísticos provenientes de relatórios e documentos oficiais sobre violência contra a mulher, publicados predominantemente entre os anos de 2002 e 2026, além de obras clássicas consideradas fundamentais para a compreensão dos conceitos psicanalíticos e socioculturais abordados. As buscas foram realizadas nas bases de dados SciELO, PePSIC, ResearchGate e em repositórios institucionais de universidades brasileiras, utilizando os descritores: violência doméstica, relacionamentos abusivos, violência contra a mulher, Psicanálise, compulsão à repetição e dependência emocional. Os resultados do levantamento bibliográfico indicaram que a repetição de relacionamentos abusivos esteve relacionada à articulação entre experiências construídas nas relações familiares iniciais, modelos relacionais internalizados, dependência emocional, naturalização da violência, mecanismos de defesa inconscientes, processos transferenciais e compulsão à repetição. Concluiu-se que a compreensão desses elementos sob a ótica psicanalítica possibilitou identificar fatores subjetivos envolvidos na manutenção de padrões afetivos disfuncionais, contribuindo para uma compreensão mais ampla do fenômeno e para o fortalecimento de estratégias de acolhimento, prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher.
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A psicologia nas escolhas de vestuário: emoção, identidade e performance social
(2026-06) Fabbris, Giovanna; Marangon, Igor
A escolha do vestuário vai muito além de uma simples decisão estética; reflete aspectos da personalidade, das emoções e da forma como o indivíduo deseja ser percebido socialmente. A psicologia da moda busca compreender essas relações entre o comportamento humano e o ato de se vestir, demonstra que as roupas funcionam como meios de expressão emocional e de construção da identidade. O vestuário é uma linguagem simbólica por meio da qual as pessoas comunicam valores, status, humor e pertencimento social. O objetivo da pesquisa é analisar o vestuário como expressão da subjetividade, das emoções e da identidade, considerando suas dimensões culturais e sociais. O estudo foi realizado por meio de uma revisão narrativa de literatura, com base na análise e discussão de produções acadêmicas sobre as relações entre Psicologia, vestuário, emoções, identidade e performance social. Foram consultados artigos, livros, dissertações e teses publicados entre 2015 e 2025, em português e inglês, selecionados em bases como Google Acadêmico, SciELO, Periódicos CAPES e PePSIC. Após a coleta, os materiais foram analisados e comparados, de forma interpretativa. A pesquisa evidenciou que a moda ultrapassa sua dimensão estética e funcional, constituindose como um fenômeno psicológico, social e cultural que participa da construção da subjetividade e da identidade. Constatou-se que o vestuário atua como forma de expressão das emoções e do eu, sendo influenciado por processos sociais, culturais e pelo olhar do outro, o que impacta a autoimagem e o comportamento. Dessa forma, conclui-se que a moda influencia a subjetividade e as interações sociais por meio de relações simbólicas, reforçando seu papel na constituição do sujeito na contemporaneidade.