Navegando por Autor "Costa, Mateus Lisboa"
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Item Terapia por contensão induzida como estratégia de intervenção fisioterapêutica em pacientes com acidente vascular encefálico: uma revisão de literatura(2026-06) Costa, Mateus Lisboa; Vales, Claudiedja Oliveira AlvesO Acidente Vascular Encefálico (AVE) é reconhecido como uma síndrome neurológica focal de início abrupto, resultante de uma alteração vascular que culmina na lesão do tecido cerebral. O estudo investiga a relação e os benefícios da Terapia por Contensão Induzida (TCI) na reabilitação pós-Acidente Vascular Encefálico (AVE). A metodologia baseou-se na análise de 22 artigos científicos, disponíveis em Português, Inglês e Espanhol, com recorte temporal principal entre 2021 e 2026, complementado por material de 2008 e 2010 para embasamento de histórico de nomenclatura, utilizou-se a base de dados do Pub Med e Google Acadêmico. O processo de seleção incluiu artigos que apresentavam, no título e resumo, aspectos centrais da temática investigada, seja de maneira focada ou correlacionada a outros tópicos afins. Foram excluídos da análise aqueles artigos considerados incompletos e os que não demonstravam relação clara e direta com o tema proposto nas suas respectivas sínteses e conclusões. A revisão de 18 artigos confirma a eficácia da TCI na reabilitação pós-AVE através da neuroplasticidade. Nos membros superiores, houve ganho expressivo na função motora e nas atividades diárias. Nos membros inferiores, melhorou o equilíbrio e a marcha. Apesar de variações socioeconómicas e do uso de técnicas manuais ou tecnológicas, os desfechos são positivos. Contudo, aponta-se a necessidade de padronizar protocolos (dosagem e sessões) para otimizar os resultados. A Terapia por Contensão Induzida (TCI) consolida-se como intervenção eficaz na reabilitação pósAVE, promovendo a neuroplasticidade e a remodelação sináptica tanto com recursos tecnológicos quanto manuais. O protocolo gera ganhos funcionais em membros superiores e inferiores, aumentando a independência nas atividades diárias. Contudo, a falta de padronização na dosagem, intensidade e duração das sessões é a principal lacuna. São necessários novos estudos para definir diretrizes precisas.
