Fisioterapia

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    Equoterapia: uma intervenção precoce no tratamento de crianças com Síndrome de Down
    (2025-12) Maestri, Bruna Gabrielli Knorst; Paes, Liara Beatriz Carneiro de Almeida
    Este trabalho aborda a importância da equoterapia como intervenção precoce no tratamento de crianças com Síndrome de Down, explorando seus impactos no desenvolvimento motor, cognitivo, emocional e social. A pesquisa fundamenta-se em uma revisão bibliográfica qualitativa, com foco em estudos que analisam os benefícios dessa prática terapêutica interdisciplinar. A Síndrome de Down, causada pela trissomia do cromossomo 21, é a principal causa genética de deficiência intelectual, apresentando repercussões no tônus muscular, coordenação motora, fala, cognição e autonomia. Nesse contexto, a intervenção precoce é essencial, pois possibilita estímulos adequados desde os primeiros meses de vida, potencializando a plasticidade cerebral e favorecendo o desenvolvimento integral. A equoterapia, reconhecida oficialmente no Brasil pelo Conselho Federal de Medicina em 1997, utiliza o cavalo como agente terapêutico em atividades que unem saúde, educação e práticas equestres. O movimento tridimensional do animal reproduz o padrão da marcha humana, estimulando ajustes posturais, equilíbrio, coordenação motora e percepção corporal. Além dos ganhos físicos, a interação com o cavalo promove autoestima, socialização, disciplina e redução da ansiedade. Diversos estudos apontam resultados positivos da equoterapia em crianças com Síndrome de Down, destacando avanços significativos na postura, marcha, comunicação, força muscular e habilidades sociais. A prática é conduzida por uma equipe multiprofissional, que pode envolver fisioterapeutas, psicólogos, pedagogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e educadores físicos, garantindo uma abordagem global e individualizada. A revisão bibliográfica evidenciou que a equoterapia constitui um recurso terapêutico inovador e eficaz, principalmente quando aplicada de forma precoce. Ela favorece não apenas o desenvolvimento motor, mas também aspectos cognitivos e emocionais, ampliando as possibilidades de autonomia e inclusão social das crianças. Assim, conclui-se que a equoterapia representa uma alternativa promissora no tratamento de crianças com Síndrome de Down, reforçando a necessidade de maior difusão, investimento e reconhecimento dessa prática no campo da saúde e da educação.
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    Benefícios da abordagem equoterapêutica da fisioterapia no transtorno do Espectro Autista (TEA) na infância
    (2024-07) Rebelatto, Vitória Maria Gunsch; Tribioli, Ricardo Alexandre
    O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é descrito como um transtorno do neurodesenvolvimento que impacta a comunicação, o comportamento, o desenvolvimento motor e social, apresentando desafios significativos tanto para as crianças afetadas quanto para suas famílias. Nesse cenário, a Equoterapia emerge como uma opção terapêutica que utiliza a interação com cavalos como meio comprovado de promover melhorias na qualidade de vida dos diagnosticados com o transtorno. Reconhecida por seu papel abrangente no tratamento psicológico, social, sensorial, físico, motor, postural, emocional e cognitivo das crianças no espectro autista, a Equoterapia se destaca ao incorporar a interação com os equinos, o ambiente natural e a equipe multidisciplinar envolvida no monitoramento do progresso do praticante. Com sessões de apenas trinta minutos, a criança tem seu desenvolvimento incentivado positivamente por estímulos de ajustes tônicos, interações sociais, estímulos cognitivos, sensoriais e proprioceptivos direcionados às suas necessidades individuais. Este trabalho foi realizado em formato de revisão bibliográfica por meio de pesquisas, livros e artigos científicos já publicados e referenciados, com o objetivo de salientar os benefícios que a Equoterapia é capaz de proporcionar ao desenvolvimento global da criança autista
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    A influencia da Equoterapia em portadores de paralisia cerebral
    (2021-12-03) Kaminski, Juliana; Carvalho, Fabiano Pedra
    O presente estudo trata-se de uma revisão metodológica, sobre a Paralisia Cerebral (PC), com o objetivo de identificar os estudos sobre o tema na presente literatura. Vários são os fatores causadores da PC uma delas seria lesão estática ocorrida no período pré-natal durante a gestação, perinatal durante o nascimento ou pós-natal após o nascimento até os cinco anos de idade, afetando o sistema nervoso central em fase de maturação causando um desenvolvimento anormal do cérebro, a porcentagem de crianças com PC é de 1,5 a 5,9/1000 nascidos vivos sua maior porcentagem é em sexo masculino, alerta que nos casos como no Brasil que é um pais em desenvolvimento estes problemas pode estar relacionado com más condições na saúde e mal nutrição materna e infantil, a perspectiva de vida dos portadores que apresentam PC severa 95% vivem até os dez anos de idade, 75% até os vinte anos de idade e 60% até os trinta anos de vida, o objetivo deste trabalho é demonstrar aos acadêmico em fisioterapia o tratamento de crianças portadoras de paralisia cerebral através da equoterapia que vai exigir uma participação total do corpo do praticante favorecendo sua evolução geral dos membros, o movimento do equino favorece o estímulo de associação psicomotora do praticante, a inclusão de fisioterapeutas em programas de reabilitação em comunidades é muito importante, pois irá ajudar na melhora do quadro de saúde desda população, favorecendo um progresso e seu bem estar, a fisioterapia tem com objetivo reduzir as consequências e garantir o máximo funcionamento, são realizadas tecnicas para reduzir a hipertensão muscular e ainda contribuindo para amenizar reflexos negativos.
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    Equoterapia e os benefícios da atuação fisioterapêutica em crianças com necessidades especiais
    (2018) Santos, Márcia Ferreira dos; Leite, Tailini Rodrigues da Costa; Villa, Larissa Silveira Carvalho
    A equoterapia é um método que utiliza o cavalo como um instrumento cinesioterapêutico, que visa promover uma melhora global de pacientes portadores de deficiências. O trabalho em foco tem como objetivo avaliar os benefícios oferecidos da equoterapia no tratamento de crianças portadora da Síndrome de Down, Transtorno do Espectro Autista e Paralisia Cerebral. Sendo estas patologias que agridem severamente a coordenação motora, tônus e força muscular, equilíbrio, propriocepção e atenção. Estes necessitam de intervenção para tratamento precoce, sendo o cavalo a ferramenta de tratamento indispensável para atingir as áreas motoras, afetivas e cognitivas. Com bases em todos os estudos realizados, a equoterapia mostra-se eficiente no tratamento de crianças com as patologias citadas no artigo e também, fazem-se necessárias mais pesquisas sobre os temas, com a finalidade de proporcionar o auxílio do enriquecimento literário. Esta é uma pesquisa que trata de uma revisão bibliográfica, de forma qualitativa, em que as bases de dados foram Scielo (Scientific Eletronic Library Online), Redaly (Rede de Revistas Cientificas da América Latina), Dialnet (Sistema aberto de informações de revista publicadas), Revista Neurociência, Ande-Brasil (Associação Nacional de Equoterapia) e Efdeportes (Revista digital educacional Física e Deportes). Mostrando-se um tratamento eficiente dentro destas patologias, proporcionando efeitos positivos em meio físico, social e mental do praticante, sendo essencial o ele Fisioterapia junto a equoterapia, para alcançar todos os objetivos almejados.