Fisioterapia
URI permanente para esta coleçãohttps://repositorio.fasipe.com.br/handle/123456789/16
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Resultados da Pesquisa
Item O protocolo Pediasuit e seu papel no desenvolvimento motor de crianças com paralisia cerebral(2025-12) Lima, Keyla Rafaela Baseggio de; Pinheiro, Lilian Garlini VianaO protocolo PediaSuit vem se destacando como uma forma de tratamento para o desenvolvimento motor de criança com Paralisia Cerebral. A Paralisia Cerebral é uma condição neurológica ocorrida por uma lesão no encéfalo que resulta em alterações no controle motor, gerando limitações funcionais significativas. Utiliza-se métodos de avaliação do desenvolvimento motor através da idade cronológica da criança e sua independência, o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa e a Medida da função motora grossa é amplamente utilizada para uma avaliação eficaz. Este protocolo de terapia intensiva utiliza um traje ortopédico dinâmico, que realiza manutenção e auxilia na postura e alinhamento postural, ganho de força muscular, flexibilidade e marcha. O PediaSuit é realizado em um regime de exercícios intensivos diários, realizados durante quatro semanas, com objetivo de maximizar a neuroplasticidade e auxiliar na reeducação dos movimentos motores. O objetivo principal é realizar um estudo sobre o protocolo PediaSuit e seu papel no desenvolvimento motor de crianças com Paralisia Cerebral. Metodologia utilizada foi a coleta de dados utilizada no estudo bibliográfico corresponde ao banco de dados como o Site Oficial do governo (GOV), Google Scholar (Google Acadêmico), Pubmed e site oficial PediaSuit Brasil. Com base nas análises de dados, a seguinte pesquisa tem a finalidade realizar uma revisão de literatura abrangendo o tópico em discussão, a fim de realizar uma análise crítica dos estudos e embasar cientificamente os dados apresentados.Item Equoterapia: uma intervenção precoce no tratamento de crianças com Síndrome de Down(2025-12) Maestri, Bruna Gabrielli Knorst; Paes, Liara Beatriz Carneiro de AlmeidaEste trabalho aborda a importância da equoterapia como intervenção precoce no tratamento de crianças com Síndrome de Down, explorando seus impactos no desenvolvimento motor, cognitivo, emocional e social. A pesquisa fundamenta-se em uma revisão bibliográfica qualitativa, com foco em estudos que analisam os benefícios dessa prática terapêutica interdisciplinar. A Síndrome de Down, causada pela trissomia do cromossomo 21, é a principal causa genética de deficiência intelectual, apresentando repercussões no tônus muscular, coordenação motora, fala, cognição e autonomia. Nesse contexto, a intervenção precoce é essencial, pois possibilita estímulos adequados desde os primeiros meses de vida, potencializando a plasticidade cerebral e favorecendo o desenvolvimento integral. A equoterapia, reconhecida oficialmente no Brasil pelo Conselho Federal de Medicina em 1997, utiliza o cavalo como agente terapêutico em atividades que unem saúde, educação e práticas equestres. O movimento tridimensional do animal reproduz o padrão da marcha humana, estimulando ajustes posturais, equilíbrio, coordenação motora e percepção corporal. Além dos ganhos físicos, a interação com o cavalo promove autoestima, socialização, disciplina e redução da ansiedade. Diversos estudos apontam resultados positivos da equoterapia em crianças com Síndrome de Down, destacando avanços significativos na postura, marcha, comunicação, força muscular e habilidades sociais. A prática é conduzida por uma equipe multiprofissional, que pode envolver fisioterapeutas, psicólogos, pedagogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e educadores físicos, garantindo uma abordagem global e individualizada. A revisão bibliográfica evidenciou que a equoterapia constitui um recurso terapêutico inovador e eficaz, principalmente quando aplicada de forma precoce. Ela favorece não apenas o desenvolvimento motor, mas também aspectos cognitivos e emocionais, ampliando as possibilidades de autonomia e inclusão social das crianças. Assim, conclui-se que a equoterapia representa uma alternativa promissora no tratamento de crianças com Síndrome de Down, reforçando a necessidade de maior difusão, investimento e reconhecimento dessa prática no campo da saúde e da educação.
