Odontologia

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    Manejo comportamental no atendimento odontológico de paciente com Transtorno do Espetro Autista (TEA)
    (2026-06) Monteiro, Ellen Gabriele dos Santos; Fonseca, Tatiana Opolski
    O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por alterações na comunicação, interação social e comportamento, frequentemente associadas à hipersensibilidade sensorial. Essas características podem dificultar o atendimento odontológico e comprometer a saúde bucal desses pacientes. O presente estudo teve como objetivo analisar, por meio de revisão de literatura, as principais estratégias de manejo comportamental utilizadas no atendimento odontológico de pacientes com TEA. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, descritiva e de abordagem qualitativa, realizada a partir de artigos científicos publicados entre 2020 e 2025 nas bases SciELO, PubMed e Biblioteca Virtual em Saúde. Os resultados demonstraram que técnicas como dizer-mostrarfazer, dessensibilização gradual, reforço positivo e comunicação visual favorecem a cooperação do paciente e reduzem a ansiedade durante o atendimento. Além disso, a adaptação do ambiente clínico e a participação familiar contribuem para um cuidado mais humanizado. Conclui-se que a capacitação profissional e a adoção de estratégias individualizadas são fundamentais para promover um atendimento odontológico inclusivo, seguro e eficaz para pacientes com TEA.
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    Tratamento odontológico para pacientes com Diabetes Mellitus
    (2025-07) Oliveira, Letícia Neves de; Silva, Douglas Carlos da
    O tratamento odontológico para pacientes com diabetes mellitus requer atenção especial por parte dos profissionais da saúde bucal, uma vez que essa condição sistêmica influencia diretamente na resposta inflamatória, na cicatrização tecidual e na maior predisposição a infecções. A hiperglicemia persistente compromete a função dos neutrófilos e a integridade vascular, favorecendo o desenvolvimento de doenças periodontais, como gengivite e periodontite, que podem se agravar rapidamente nesses pacientes. Além disso, a presença de infecções bucais pode dificultar o controle glicêmico, criando um ciclo prejudicial entre a saúde oral e sistêmica. Por esse motivo, o cirurgião-dentista deve conhecer o histórico médico do paciente, seus níveis de glicose e o uso de medicamentos, além de orientar quanto à importância do controle glicêmico antes, durante e após os procedimentos odontológicos. O planejamento do tratamento deve incluir consultas preferencialmente no período da manhã, quando os níveis glicêmicos tendem a estar mais estáveis, e com menor duração, para evitar episódios de hipoglicemia. A profilaxia antibiótica pode ser indicada em casos específicos, principalmente em pacientes com diabetes descompensado. A educação em saúde é essencial para reforçar a importância da higiene bucal adequada, das visitas regulares ao dentista e do controle da glicemia. Dessa forma, é possível oferecer um tratamento seguro, eficaz e integrado às necessidades sistêmicas do paciente diabético.