Farmácia
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Item Curcuma Longa: propriedades farmacológicas e aplicações em medicina veterinária e nanotecnologia(2024-12) Souza, Natiara Pereira Bernardes de; Carvalho, Ana Claudia GuilhenA Curcuma longa, amplamente conhecida como cúrcuma ou açafrão-da-terra, é uma planta medicinal de grande interesse terapêutico devido às suas propriedades farmacológicas, tais como ações anti-inflamatórias, antioxidantes, antimicrobianas e anticancerígenas. Este trabalho apresenta uma revisão narrativa de literatura com o objetivo de explorar as características químicas, propriedades bioativas e aplicações terapêuticas da cúrcuma, com foco em sua utilização na medicina veterinária e nas inovações proporcionadas pela nanotecnologia. Foram analisados artigos científicos publicados nos últimos 10 anos, destacando as potencialidades da curcumina, principal componente bioativo da cúrcuma, e a relevância da nanotecnologia para aumentar sua biodisponibilidade e eficácia terapêutica. As aplicações da Curcuma longa na medicina para o tratamento de doenças inflamatórias e metabólicas, bem como seu uso em sistemas nanoestruturados, mostram-se promissoras tanto na saúde humana quanto animal, sugerindo que a planta pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento de novos tratamentos farmacológicos.Item Revisão bibliográfica sobre a alicina: da biossíntese aos efeitos farmacológicos do principal fitoconstituinte do Allium sativum L.(2026-06) Lima, Kimberli Kauana de; Carvalho, Ana Claudia GuilhenÉ de conhecimento geral que o alho e demais plantas medicinais são usadas há séculos para tratamento de inúmeras enfermidades que acometem os seres humanos. O alho (Allium sativum) é uma planta herbácea da família Alliaceae, usado como alimento e medicamento em muitas culturas do mundo. A muito tempo vem sendo objeto de estudo por suas características anti-inflamatórias, antivirais, antibacterianas, antineoplásicas, antioxidantes, antiateroscleróticas e outras. O A. sativum contém inúmeros fitocompostos que são essenciais para tratar algumas enfermidades. Os constituintes do alho resultam de uma combinação que ocorre entre suas substâncias ativas, que juntas proporcionam o efeito curativo. Além disso, possui muitos componentes ativos com enxofre como por exemplo a aliína e compostos produzidos enzimaticamente a partir da aliína, por exemplo a alicina que é o foco deste estudo. A escolha desse tipo de pesquisa se deve à necessidade de obter uma compreensão sólida sobre os efeitos farmacológicos que descendem desse composto baseando-se na sua estrutura química e como ele pode ser útil para a área da indústria farmacêutica. Para alcançar esses objetivos, segue-se uma série de etapas cuidadosamente planejadas através das informações disponíveis na literatura científica, incluindo artigos científicos, livros e revistas. Este estudo é fundamentado em uma pesquisa bibliográfica, onde os artigos selecionados como os artigos científicos mais relevantes e atualizados relacionados aos estudos químicos da alicina e todas as fontes secundárias utilizadas foram devidamente referenciados de acordo com as normas acadêmicas. O objetivo deste trabalho é explorar a estrutura química, bem como os efeitos farmacológicos da alicina, um fitoconstituinte presente no alho, investigando a origem da planta, cultivo, método de colheita e não menos importante a forma como este composto pode ser útil para o tratamento de inúmeras doenças e como ele pode ser utilizado pela indústria farmacêutica atualmente. A análise dos dados obtidos será fundamental para compreender a importância deste fitoterápico no tratamento de enfermidades agudas e crônicas. Em suma, a metodologia adotada neste estudo busca garantir a obtenção de informações confiáveis sobre a alicina, por meio da revisão bibliográfica. A análise criteriosa dos dados permite a identificação de percepções relevantes que contribuem para uma compreensão mais completa deste fitoconstituinte que é tão relevante na área da saúde.Item Vitaminas lipossolúveis e saúde humana: da carência à toxicidade(2026-06) Souza, Maicon Diego Kremer de; Carvalho, Ana Claudia GuilhenAs vitaminas têm sido objeto de estudo por décadas, até os dias atuais, sendo substâncias essenciais para manutenção e conservação da homeostase do organismo humano, uma vez que participam em diversos processos enzimáticos do corpo humano. As vitaminas lipossolúveis referem-se ao conjunto de vitaminas que se dissolvem em lipídios e são predominantemente transportadas através da bile e armazenadas no fígado e células adiposas. Essa característica de ser solúvel em lipídeos permite que sejam armazenadas no corpo e são classificadas em quatro grupos: A, D, E e K. A ingestão deficiente desses micronutrientes é conhecida como hipovitaminose, frequentemente associada a fatores socioeconômicos, gravidez e ao consumo excessivo de alimentos com baixo valor biológico, como os ultraprocessados. Por outro lado, o acúmulo dessas substâncias é denominado como hipervitaminose, cuja principal causa está relacionada com a utilização imprudente de suplementos vitamínicos e/ou medicamentos à base de vitaminas, sem a devida orientação e supervisão médica e/ou profissional. No Brasil, a ANVISA é o órgão autárquico responsável pela regulamentação das quantidades diárias recomendadas de ingestão de vitaminas, informações que estão expressas nos rótulos dos produtos na categoria de suplementos alimentares. Medidas como o enriquecimento de alimentos acessíveis com esses nutrientes e a orientação sobre os riscos associados ao consumo exagerado de ultraprocessados são medidas que podem contribuir para mitigar os casos relacionados à hipovitaminose em relação às vitaminas lipossolúveis. Além disso, capacitar profissionais da saúde sobre os perigos da ingestão abusiva desses suplementos poderia proporcionar aconselhamento mais eficaz aos pacientes, ajudando, assim, a prevenir as hipervitaminoses associadas às vitaminas lipossolúveis.
