Agronomia

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    Avaliação de substratos alternativos na produção de alface americana
    (2026-06) Ascenço, Gustavo Nascimento; Cavalcante, Suzilâine Yasmim da Silva
    A produção de mudas de qualidade representa uma etapa fundamental para o sucesso da cultura da alface americana, sendo diretamente influenciada pelas características físicas, químicas e biológicas dos substratos utilizados. Diante disso, o uso de substratos alternativos surge como uma estratégia sustentável e economicamente viável, especialmente para pequenos produtores e agricultura familiar, contribuindo para o aproveitamento de resíduos agroindustriais e redução dos custos de produção. O presente estudo teve como objetivo avaliar a eficiência de substratos alternativos no desempenho germinativo e no desenvolvimento de mudas de alface americana (Lactuca sativa L.). A metodologia adotada consistiu na condução de experimento em delineamento inteiramente casualizado, realizado no período de 21 de março a 12 de abril de 2026, utilizando diferentes substratos: areia, esterco bovino, fibra de coco, palha de arroz e substrato comercial. Foram avaliadas a germinação das sementes, o desenvolvimento vegetativo, o número de folhas e o crescimento radicular das mudas durante o período experimental. Os resultados demonstraram que os substratos influenciaram diretamente a germinação e o desenvolvimento das plantas. A palha de arroz apresentou os melhores resultados na maioria das avaliações, seguida pela fibra de coco e esterco bovino, proporcionando maior vigor vegetativo e crescimento radicular. Em contrapartida, o substrato comercial apresentou menor desempenho em algumas análises. Conclui-se que os substratos alternativos, especialmente a palha de arroz e a fibra de coco, apresentam elevada eficiência agronômica na produção de mudas de alface americana, favorecendo maior qualidade, uniformidade e desenvolvimento inicial das plantas.
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    Influência da aplicação de micronutrientes no tratamento de sementes de soja
    (2026-06) Dias, Guilherme da Silva; Cavalcante, Suzilâine Yasmim da Silva
    A soja (Glycine max L.) é uma das principais culturas agrícolas produzidas no Brasil, sendo a qualidade fisiológica das sementes um fator determinante para o estabelecimento inicial da lavoura e para a obtenção de elevadas produtividades. O tratamento de sementes com micronutrientes tem sido utilizado como estratégia para potencializar a germinação e o vigor das plântulas, destacando-se os elementos cobalto (Co), molibdênio (Mo) e níquel (Ni), essenciais para processos metabólicos e enzimáticos das plantas. O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos de doses crescentes de cobalto, molibdênio e níquel aplicadas via tratamento de sementes sobre a germinação e o desenvolvimento inicial de plântulas de soja. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, composto por cinco tratamentos e quatro repetições, utilizando as doses de 0, 1, 2, 4 e 6 mL kg⁻¹ de sementes. Foram avaliadas as variáveis germinação, primeira contagem, índice de velocidade de germinação (IVG), comprimento e espessura de raiz e hipocótilo, número de plântulas normais, anormais e sementes mortas. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Os resultados demonstraram que a dose de 1 mL kg⁻¹ proporcionou os melhores resultados para germinação, vigor e formação de plântulas normais. As doses mais elevadas reduziram o desempenho fisiológico das sementes, indicando possíveis efeitos fitotóxicos do excesso de micronutrientes. Conclui-se que a aplicação de cobalto, molibdênio e níquel influencia a qualidade fisiológica das sementes de soja, sendo a dose de 1 mL kg⁻¹ a mais eficiente para promover a germinação e o desenvolvimento inicial das plântulas.