Faculdade Fasipe Mato Grosso

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Resultados da Pesquisa

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    Ameloblastoma: revisão de literatura sobre aspectos clínicos, radiográficos, histopatológicos e terapêuticos
    (2026-06) Corral, Thayná Mauriane do Carmo; Opolski, Tatiana
    O ameloblastoma é uma neoplasia odontogênica benigna de origem epitelial, caracterizada por crescimento lento, comportamento localmente invasivo e elevada taxa de recorrência quando não tratada adequadamente. Embora seja considerado um tumor benigno, seu potencial destrutivo pode causar importantes alterações funcionais e estéticas. O presente estudo tem como objetivo realizar uma revisão de literatura sobre os aspectos clínicos, radiográficos, histopatológicos e terapêuticos do ameloblastoma, reunindo informações relevantes para o diagnóstico e manejo da lesão. Para a elaboração deste trabalho, foram consultados artigos científicos, livros e publicações disponíveis em bases de dados da área da saúde. A literatura demonstra que o ameloblastoma apresenta características clínicas e imaginológicas variadas, sendo o exame histopatológico indispensável para o diagnóstico definitivo. O tratamento é determinado de acordo com o tipo, extensão e comportamento da lesão, podendo variar entre abordagens conservadoras e cirúrgicas mais extensas. Conclui-se que o conhecimento dos aspectos clínicos, radiográficos, histopatológicos e terapêuticos do ameloblastoma é fundamental para o diagnóstico precoce, planejamento adequado do tratamento e redução das taxas de recorrência.
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    Boas práticas de enfermagem no cuidado ao paciente com câncer de vulva
    (2026-06) Santos, Maria Rita de Souza; Figueiredo, Fabiana de Freitas
    Introdução: O câncer de vulva é uma neoplasia ginecológica rara, mais comum em mulheres idosas, com evolução lenta e frequentemente assintomática no início. Está associado a fatores como atrofia vulvar e infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV). Os sintomas incluem coceira, dor e lesões na região, mas o diagnóstico costuma ser tardio. A confirmação é feita por biópsia, e o tratamento varia conforme o estágio, podendo incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia. A prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais, com destaque para a atuação da enfermagem na educação, cuidado e assistência às pacientes. Objetivo: Descrever as boas práticas de enfermagem no cuidado às pacientes com câncer de vulva, visando qualificar a assistência e promover melhoria na qualidade de vida. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura, incluindo artigos publicados nos últimos cinco anos, nos idiomas português e inglês. Para o desenvolvimento desta pesquisa, foram utilizadas as bases de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), SciELO e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), com foco em estudos relacionados ao câncer de vulva, seus fatores de risco, diagnóstico e formas de tratamento. Resultados: Foram selecionados 7 artigos para análise, para apresentar os achados, foi elaborado um quadro com as informações encontradas, elencando categorias: ano, autores, objetivo, principais resultados e conclusões. Dos 7 artigos analisados, dois artigos eram de 2018 (28,58%), um artigo em 2019 (14,28%), um em 2020 (14,28%) e três em 2023 (42,86%). A análise dos estudos evidenciou aspectos relevantes sobre o câncer de vulva, como fatores de risco (infecção pelo HPV, idade avançada), sinais e sintomas, diagnóstico precoce, formas de tratamento e a importância da atuação da enfermagem no cuidado à paciente. Discussão: A revisão de sete estudos evidenciou que o câncer de vulva acomete principalmente mulheres idosas, destacando a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. Os achados demonstram que a enfermagem exerce papel essencial na educação em saúde, assistência integral, manejo dos sintomas e apoio emocional, contribuindo para a adesão ao tratamento e para a melhoria da qualidade de vida das pacientes. Considerações Finais: Esta revisão salienta a importância da implementação de protocolos voltados para o cuidado de enfermagem frente à pacientes com câncer de vulva, e a necessidade de se capacitar os enfermeiros para que seja realizado o rastreamento precoce dessa patologia.
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    Desafio do diagnóstico precoce da alopecia e seus impactos no prognóstico
    (2026-06) Gouveia, Raurea Damascena; Costa, Michell Charlles de Souza
    A alopecia corresponde à perda parcial ou total dos cabelos e pêlos, podendo apresentar diferentes etiologias, manifestações clínicas e prognósticos. Entre os principais tipos destacam-se a alopecia, alopecia androgenética, alopecia cicatricial e o eflúvio telógeno, condições que podem impactar significativamente a autoestima e qualidade de vida dos indivíduos acometidos. O presente estudo teve como objeto analisar a importância do diagnóstico precoce das alopecias, enfatizando os princípios, métodos, diagnósticos e abordagens terapêuticas descritas na literatura científica. Trata-se de uma revisão bibliográfica de caráter descritivo, realizada por meio da análise de artigos científicos, trabalhos acadêmicos e publicações especializadas sobre o tema. Os resultados demonstraram que o diagnóstico precoce possibilita a identificação das alterações foliculares em estágios inicias, favorecendo a escolha do tratamento mais adequado e aumentando as chances de preservação dos folículos pilosos. Entre os métodos de diagnósticos mais utilizados destacam-se anamnese, exame físico do couro cabeludo, teste de tração, exames laboratoriais, tricograma, biópsia do couro cabeludo, dermatocospia e tricoscopia. Em relação ao tratamento, observou-se a utilização de terapias como intradermoterapia capilar, mesoterapia, microgulhamento, carboxiterapia, corticoterapia intralesional e terapias medicamentosas especificas para cada tipo de alopecia. Conclui-se que o diagnóstico precoce é fundamental para o controle da progressão da doença, melhoria dos resultados terapêuticos e redução dos impactos emocionais associados à perda capilar, contribuindo significativamente para a qualidade de vida dos pacientes.
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    A intervenção fisioterapêutica em corredores de rua portadores de fascite plantar
    (2025-06) Souza, Vinicius Renan da Silva; Addor, Ana Maria
    A corrida de rua é uma das modalidades esportivas que mais têm recrutado pessoas pelo mundo, pois, além de ser simples para ser realizada, pode oferecer diversos benefícios ao corpo de quem a pratica. A fascite plantar é uma condição comum que atinge inúmeras pessoas, tanto sedentárias quanto ativas, que debilita a prática de atividades diárias e esportivas. A lesão costuma ser uma grande barreira para os praticantes da corrida de rua, de modo que muitos abdicam dessa prática em virtude das dores recorrentes. A fisioterapia disponibiliza diversos recursos terapêuticos eficazes no tratamento dessa lesão, como forma de reabilitação ou como prevenção, essa ferramenta é uma grande aliada dos corredores que convivem com essa condição dolorosa, pois pode promover controle da dor e reabilitação funcional, possibilitando ter melhor desempenho e longevidade nessa atividade esportiva. Por esse motivo, o objetivo deste trabalho consiste em discorrer e explorar a respeito da abordagem fisioterapêutica na fascite plantar em corredores de rua. Para essa finalidade, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, utilizando artigos de 2019 a 2024, nas plataformas Google Acadêmico, PubMed, Scielo e PeDro. Conclui-se que a fisioterapia possui um papel fundamental no manejo da fascite plantar em corredores de rua, abordando não somente após o surgimento da lesão, mas também com ações preventivas. Assim, a atuação fisioterapêutica é indispensável na condução da fascite plantar em corredores de rua, uma vez que oferece intervenções seguras, individualizadas e baseadas em evidências, promovendo alívio da dor, retorno às atividades com mais segurança e melhor desempenho esportivo.
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    Tratamento odontológico para pacientes com Diabetes Mellitus
    (2025-07) Oliveira, Letícia Neves de; Silva, Douglas Carlos da
    O tratamento odontológico para pacientes com diabetes mellitus requer atenção especial por parte dos profissionais da saúde bucal, uma vez que essa condição sistêmica influencia diretamente na resposta inflamatória, na cicatrização tecidual e na maior predisposição a infecções. A hiperglicemia persistente compromete a função dos neutrófilos e a integridade vascular, favorecendo o desenvolvimento de doenças periodontais, como gengivite e periodontite, que podem se agravar rapidamente nesses pacientes. Além disso, a presença de infecções bucais pode dificultar o controle glicêmico, criando um ciclo prejudicial entre a saúde oral e sistêmica. Por esse motivo, o cirurgião-dentista deve conhecer o histórico médico do paciente, seus níveis de glicose e o uso de medicamentos, além de orientar quanto à importância do controle glicêmico antes, durante e após os procedimentos odontológicos. O planejamento do tratamento deve incluir consultas preferencialmente no período da manhã, quando os níveis glicêmicos tendem a estar mais estáveis, e com menor duração, para evitar episódios de hipoglicemia. A profilaxia antibiótica pode ser indicada em casos específicos, principalmente em pacientes com diabetes descompensado. A educação em saúde é essencial para reforçar a importância da higiene bucal adequada, das visitas regulares ao dentista e do controle da glicemia. Dessa forma, é possível oferecer um tratamento seguro, eficaz e integrado às necessidades sistêmicas do paciente diabético.
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    Anquiloglossia na primeira infância: etiopatogênese, caracteristicas anatômicas e abordagens terapêuticas na odontologia
    (2024-07) Barbosa, Kenia Karoline Cardoso; Silva, Douglas Carlos da
    A anquiloglossia é uma condição que tem despertado crescente interesse na comunidade médica devido ao seu impacto no desenvolvimento da fala e da alimentação. Neste estudo, nosso objetivo foi investigar as causas, diagnóstico, tratamento e implicações clínicas da anquiloglossia, com base em uma revisão abrangente da literatura científica atualizada. Utilizamos uma metodologia de revisão sistemática para analisar estudos relevantes e selecionar as informações mais pertinentes. Nossos principais achados revelaram que a anquiloglossia pode ser causada por fatores genéticos e ambientais, e que o diagnóstico precoce é essencial para orientar a intervenção terapêutica. Discutimos as opções de tratamento disponíveis, incluindo a frenotomia e a frenectomia, destacando suas eficácias e complicações potenciais. Além disso, abordamos as implicações clínicas da anquiloglossia, como o impacto na amamentação e na fala, ressaltando a importância de uma abordagem multidisciplinar para o cuidado desses pacientes. Este estudo oferece uma visão abrangente e atualizada sobre a anquiloglossia, fornecendo insights valiosos para profissionais da área da saúde envolvidos no diagnóstico e tratamento dessa condição. Esperamos que este resumo desperte o interesse do leitor para explorar os detalhes apresentados em cada seção deste trabalho.