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    Atuação fisioterapêutica na reabilitação da tendinopatia de manguito rotador em atletas de voleibol
    (2025-06) Miranda, Sabrina Rodrigues; Pinheiro, Lilian Garlini Viana
    A tendinopatia do manguito rotador é considerada uma das principais causas de dor no ombro e limitação funcional entre atletas de voleibol, sendo uma condição musculoesquelética frequente que compromete o desempenho esportivo e pode levar à interrupção temporária ou permanente das atividades físicas. Essa disfunção decorre, em grande parte, das exigências biomecânicas elevadas impostas pelos gestos repetitivos da modalidade, como o saque, a cortada e o bloqueio, os quais envolvem movimentos de abdução, elevação e rotação do ombro, frequentemente executados com força, velocidade e frequência significativas. Tais movimentos, ao longo do tempo, provocam sobrecarga nas estruturas do ombro, especialmente nos tendões do manguito rotador, predispondo o atleta a microlesões, processos inflamatórios e alterações degenerativas que caracterizam a tendinopatia. O presente estudo tem como objetivo principal analisar, por meio de uma revisão bibliográfica, as abordagens fisioterapêuticas mais utilizadas na reabilitação da tendinopatia do manguito rotador em jogadores de voleibol, com ênfase na eficácia das intervenções para a recuperação funcional, alívio da dor, prevenção de recidivas e retorno seguro à prática esportiva. A pesquisa foi conduzida com base em artigos científicos publicados entre 1993 e 2024, selecionados em bases de dados como PubMed, SciELO e Google Acadêmico, contemplando fontes nacionais e internacionais de referência na área da fisioterapia esportiva e ortopédica. As intervenções analisadas incluem técnicas de cinesioterapia, com foco em exercícios de fortalecimento muscular, alongamento, mobilidade e propriocepção, além da utilização de recursos eletrotermofototerapêuticos, como o ultrassom terapêutico, o laser de baixa intensidade e a estimulação elétrica (TENS). A reabilitação também abrangeu estratégias como a terapia manual, a estabilização escapular e a progressão funcional específica para os movimentos do voleibol. Os achados da literatura indicam que a fisioterapia, quando conduzida de forma individualizada e com base em evidências científicas, contribui significativamente para a restauração da função articular, redução da dor, melhora da amplitude de movimento e prevenção de novas lesões. Conclui-se que a atuação do fisioterapeuta é essencial tanto na recuperação quanto na prevenção da tendinopatia do manguito rotador, sendo indispensável a elaboração de programas terapêuticos personalizados, que considerem as necessidades específicas de cada atleta. Além disso, destaca-se a importância da integração entre fisioterapia e equipe técnica esportiva para garantir um retorno progressivo, seguro e eficaz às atividades competitivas, promovendo não apenas a performance atlética, mas também a saúde e a longevidade esportiva dos jogadores.
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    Adesão ao tratamento nutricional: fatores associados e dificuldades encontradas
    (2022-12-07) Gois, Denise Cristina Fidelis; Rauber, Larissa Naiana
    A busca pelo emagrecimento a qualquer custo, é um dos temas mais debatidos, a cada dia mais informações e dicas sobre alimentação e nutrição são divulgadas em jornais, revistas, blogs, rede sociais e propaganda de produtos considerados “milagrosos”. Seu propósito envolve a redução do peso, prevenção de doenças e até mesmo fortalecer a saúde. No entanto, essas informações são caracterizadas no senso comum e de baixo nível de evidências tornando difícil aceitação, trazendo alterações desnecessárias na alimentação com efeitos prejudiciais ao organismo. Deste modo, é relevante analisar os fatores determinantes que dificultam à adesão ao plano alimentar entre indivíduos adultos que já realizaram alguma consulta nutricional. Quanto ao procedimento de investigação, esse estudo se deu por meio de pesquisa de campo transversal exploratório, com 19 perguntas de múltiplas escolhas, no qual o objetivo foi compreender os diferentes aspectos que dificultam a adesão ao tratamento nutricional, além de obter informações acerca do problema, descobrir novos fenômenos e suas relações, identificando a quantidade de pessoas que já fizeram acompanhamento nutricional e desistiram e quais os principais fatores que levaram a desistência. Foram identificados e pontuados alguns fatores que podem dificultar a adesão ao planejamento nutricional, como a falta de tempo com 38% de respostas obtidas e restrição alimentar pela falta de doces no plano alimentar com 42% de respostas. Além disso, foi encontrada baixa adesão no tratamento nutricional entre os entrevistados da pesquisa, sendo que 46% relataram que não retornaram para consulta de retorno com o profissional.
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