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    Eficácia da ozonioterapia como terapia complementar em doenças respiratórias
    (2026-06) Mont'Serrat, Rayssa Richter Berlia; Soares, Samara da Costa Carvalho
    As doenças respiratórias constituem um importante desafio para a saúde pública global, estando associadas a elevados índices de morbidade e mortalidade. No Brasil, entre 2015 e 2019, foram registradas mais de 5,9 milhões de internações hospitalares por doenças respiratórias, evidenciando a magnitude do problema. Diante desse cenário, a ozonioterapia tem emergido como uma terapia complementar promissora, com efeitos anti-inflamatórios, antioxidantes e antimicrobianos, sendo incorporada às Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo geral foi investigar os efeitos terapêuticos da ozonioterapia no tratamento complementar de doenças respiratórias. Os objetivos específicos foram elencar a fisiopatologia das principais doenças respiratórias e sua epidemiologia; apresentar os benefícios e mecanismos de ação da ozonioterapia; descrever as principais vias de aplicação para tratamento em doenças respiratórias; relatar os efeitos colaterais e as contraindicações da ozonioterapia. Trata-se de uma revisão de literatura de abordagem qualitativa e caráter exploratório, realizada por meio das bases de dados PubMed e SciELO, com recorte temporal de 2006 a 2025, utilizando os descritores: sistema respiratório, terapias alternativas e terapia oxidativa. A ozonioterapia apresenta potencial terapêutico relevante como tratamento complementar para doenças respiratórias, atuando por meio da modulação do estresse oxidativo e da resposta inflamatória. No entanto, sua aplicação requer conhecimento técnico especializado e respeito às contraindicações, sendo fundamental a atuação do biomédico como profissional habilitado para sua prática.
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    A intervenção da fisioterapia respiratória em idosas atendidas no CRAS Boa Esperança na cidade de Sinop-MT
    (2018) Souza, Alexandra David de; Labegalini, Camila Daiane; Pedra, Fabiano Carvalho
    O envelhecimento provoca alterações fisiológicas no corpo humano e as mulheres acabam sofrendo mais com as alterações do organismo. O sistema respiratório é um dos órgãos que tem sua função alterada e, por isso, a fisioterapia respiratória utiliza técnicas com objetivos de aumentar o funcionamento deste sistema. Os objetivos foi avaliar e aplicar um protocolo de exercícios fisioterapêuticos respiratórios em idosas atendidas no CRAS Boa Esperança, na cidade de Sinop/MT. A metodologia é do tipo explicativo de natureza quantitativa e qualitativa. Participaram da pesquisa 5 idosas com idade entre 60 a 72 anos, foi realizada uma avaliação de anamnese, avaliação física e o teste de caminhada de 6 minutos (TC6M). A pesquisa teve duração de 12 semanas, com encontro semanais para realizar o protocolo de exercícios respiratórios. Os resultados obtidos no pós tratamento foi: A distância predita entre as participantes teve uma média de 458,39, o percentil da distância prevista teve de 20 a 30% de melhora, a média da distância percorrida pelas participantes foi de 318 metros. No VO2 máximo, 3 participantes ficaram classificadas como muito fracas e 2 participantes classificadas como fracas. Na escala de BORG, as 5 participantes, nos 2 minutos de teste, tiveram níveis 1 de esforço e fadiga. Nos 4 minutos de teste, 2 participante mantiveram-se no nível 1; 2, no nível 2. Nos 6 minutos, 1 participante permaneceu no nível 1; 3, no nível 2; e 1, no nível 3. Podemos concluir que os dados obtidos no teste de caminhada de 6 minutos, realizado para avaliar a eficácia do protocolo de exercícios respiratórios no pré e pós tratamento, apresentaram uma melhora da autonomia funcional, mais disposição para realizar as suas AVD’S e bem-estar das idosas participantes.
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