Enfermagem
URI permanente para esta coleçãohttps://repositorio.fasipe.com.br/handle/123456789/38
Navegar
Item A aplicação da toxina botulínica no tratamento de sequelas do acidente vascular cerebral(2026-06) Silva, Patrícia Pereira da; Conde, Patrícia da SilvaIntrodução: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) constitui uma das principais causas de incapacidade funcional no mundo, sendo a espasticidade uma das sequelas motoras mais frequentes e incapacitantes. Nesse contexto, a toxina botulínica tipo A (BoNT-A) tem sido amplamente utilizada como recurso terapêutico para o manejo dessa condição. Objetivo: Analisar a aplicação da toxina botulínica tipo A no tratamento das sequelas motoras decorrentes do AVC, bem como discutir a atuação da Enfermagem no acompanhamento desses pacientes. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de natureza descritiva, exploratória e abordagem qualitativa, realizada por meio da busca de estudos científicos em bases de dados que abordavam os efeitos da BoNT-A na reabilitação de indivíduos acometidos por AVC. Resultados: Os estudos analisados evidenciaram que a utilização da toxina promove redução da espasticidade, melhora da função motora, aumento da independência nas atividades de vida diária e favorecimento da qualidade de vida dos pacientes. Discussão: Os achados demonstraram que a associação da BoNT-A com outras estratégias de reabilitação potencializa os resultados terapêuticos, destacando a importância da atuação da equipe multiprofissional, especialmente da Enfermagem, na monitorização clínica, educação em saúde, adesão ao tratamento e continuidade da assistência. Considerações finais: Conclui-se que a BoNT-A representa uma importante estratégia terapêutica para o tratamento da espasticidade pós-AVC, contribuindo para a recuperação funcional dos pacientes. Entretanto, ainda existem lacunas relacionadas à padronização dos protocolos terapêuticos e à necessidade de novas pesquisas que fortaleçam as evidências científicas disponíveis.Item Atuação do enfermeiro frente à aplicação do protocolo de cirurgia segura(2026-06) Silva, Jordane Pereira da; Conde, Patrícia da SilvaIntrodução: A segurança do paciente no ambiente cirúrgico constitui um dos principais desafios da assistência em saúde, especialmente em setores de alta complexidade como o centro cirúrgico. Nesse contexto, destaca-se a importância da implementação do protocolo de cirurgia segura, com ênfase na utilização do checklist cirúrgico como ferramenta para a prevenção de eventos adversos. Objetivo: Descrever a atuação do enfermeiro na aplicação do protocolo de cirurgia segura, evidenciando sua contribuição para a promoção da segurança do paciente. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada a partir de artigos científicos publicados nos últimos 5 anos, nas bases de dados SciELO, BVS e LILACS. Resultados e Discussão: Os achados evidenciam que o enfermeiro desempenha papel fundamental na coordenação do checklist, na organização do ambiente cirúrgico e na promoção da comunicação entre a equipe multiprofissional. Observa-se que a aplicação adequada do protocolo contribui significativamente para a redução de erros, melhoria da qualidade da assistência e fortalecimento da cultura de segurança. Entretanto, ainda persistem desafios, como baixa adesão da equipe, sobrecarga de trabalho e falhas na comunicação, que podem comprometer a efetividade das práticas seguras. Considerações Finais: Conclui-se que a atuação do enfermeiro é essencial para a efetividade do protocolo de cirurgia segura, sendo necessário investir em capacitação profissional e em estratégias que incentivem a adesão às práticas seguras no ambiente cirúrgico.Item O papel do enfermeiro na prevenção de infecções relacionadas à assistência em saúde em unidades de terapia intensiva(2026-06) Lacerda, Luana Caroline da Cunha; Conde, Patrícia da SilvaIntrodução: As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) representam um importante desafio nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), exigindo do enfermeiro atuação direta na prevenção e controle dessas infecções, visando à segurança do paciente e à qualidade da assistência. Objetivo: descrever como a atuação do enfermeiro contribui para a prevenção das IRAS em Unidades de Terapia Intensiva, destacando as principais medidas preventivas aplicadas na assistência. Método: Trata-se de uma pesquisa de Revisão de Literatura, baseada em revisão crítica da literatura científica recente, com levantamento de publicações digitais em bases confiáveis, como Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) nos anos (2021–2025). Foram considerados artigos que abordam a prevenção das IRAS e a atuação da enfermagem em UTIs, com exclusão de estudos fora do recorte temporal ou sem relação com a temática proposta. Resultados e discussão: Os resultados indicam que a atuação do enfermeiro é essencial na implementação de práticas preventivas, como higienização correta das mãos, utilização adequada de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), supervisão da equipe, aplicação de protocolos institucionais e educação continuada dos profissionais. Evidenciou-se ainda que essas medidas contribuem significativamente para a redução das taxas de infecção, fortalecimento da segurança do paciente e melhoria da qualidade assistencial. Considerações finais: O estudo evidencia que a atuação qualificada do enfermeiro é indispensável na prevenção das IRAS em UTIs, promovendo uma assistência segura, humanizada e eficaz, além de contribuir para a redução da morbimortalidade e do tempo de internação hospitalar.
