Enfermagem

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    Cuidados de enfermagem na prevenção de complicações neonatais em filhos de mães com diabetes gestacional
    (2025-12) Gonçalves, Francieli Jesus; Brito, CarlaMariaCelina de
    Introdução: O Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é uma condiçãometabólicacaracterizada por hiperglicemia diagnosticada durante a gravidez, representandoumimportante fator de risco para complicações neonatais, tais como macrossomiafetal,hipoglicemia, síndrome do desconforto respiratório e policitemia. Aatuaçãodoenfermeiro no pré-natal de alto risco, fundamentada no cuidado sistematizado,configura-se como uma estratégia essencial para a prevenção desses agravosàsaúde do recém-nascido. Pergunta norteadora: Como o cuidado sistematizadodeenfermagem pode contribuir para a prevenção de complicações neonataisemfilhosde mães com diabetes gestacional no pré-natal de alto risco?. Objetivogeral:Compreender sobre as intervenções de enfermagem que contribui paraaprevençãode complicações neonatais. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográficasistemática, realizada nas bases de dados LILACS/BVS e GoogleAcadêmico,utilizando os descritores “Diabetes Gestacional”, “Cuidados de Enfermagem”e“Recém-Nascido”. Foram incluídos artigos em língua portuguesa, publicadosentre2020 e 2025, disponíveis na íntegra e que abordassem a atuação da enfermagemna prevenção de complicações do DMG. A análise dos dados seguiu ométododeanálise de conteúdo temática. Resultados esperados A partir dos 10artigosquecompuseram a amostra final, identificou-se que o cuidado sistematizadodeenfermagem atua na prevenção por meio de três eixos principais: 1) AplicaçãodoProcesso de enfermagem para identificação precoce de riscos e planejamentodeintervenções individualizadas; 2) Educação em saúde como ferramentadeempoderamento da gestante e promoção da adesão ao tratamento; e3) Atuaçãointerdisciplinar e humanizada, garantindo acompanhamento contínuoeintegral.Considerações finais: Conclui-se que o cuidado de enfermagemsistematizadoéum pilar fundamental na prevenção de complicações neonatais associadasaoDMG.Sua efetividade reside na integração entre conhecimento técnico, vínculoterapêuticoe trabalho em equipe, assegurando um pré-natal de alto risco qualificadoecentradonas necessidades do binômio mãe-bebê. O estudo reforça o papel protagonistadoenfermeiro na promoção de desfechos gestacionais e neonatais mais seguros.
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    Inteligência Artificial e liderança na enfermagem: o papel da gestão humanizada na excelência do cuidado
    (2025-12) Oliveira, Cristiane Barbosa Celestino Veiga; Oliveira, Lays Andrade de
    Introdução: A inteligência artificial (IA) surge como um agente transformador na enfermagem, desafiando lideranças a equilibrar tecnologia e cuidado humanizado. Objetivo: descrever como a liderança em enfermagem pode integrar, de forma ética e estratégica, a IA nos serviços de saúde, promovendo excelência no cuidado ao paciente. Método: Trata-se de uma pesquisa integrativa exploratória, baseada em revisão crítica da literatura científica recente, com levantamento de publicações digitais em bases confiáveis, como SciELO, Portal de Periódicos CAPES, COFEN e OMS (2020–2025). Foram considerados artigos que abordam a integração entre IA e liderança humanizada, com exclusão de estudos fora do recorte temporal ou sem revisão por pares. Resultados e discussão: Os resultados indicam práticas de liderança capazes de articular inovação tecnológica e sensibilidade no cuidado, promovendo capacitação técnica e emocional das equipes, orientando a adoção ética de ferramentas digitais e reforçando a centralidade do paciente. Considerações finais: O estudo evidencia que a liderança qualificada é essencial para que a IA seja instrumento de cuidado integral, seguro e compassivo, estimulando reflexões sobre a importância de um olhar atento e humanizado em um contexto de rápida transformação digital.
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    Boas práticas de enfermagem e a arteterapia no cuidado de crianças e adolescentes com ansiedade e depressão
    (2025-12) Goes, Agda da Silva; Soares, Elizana de Fátima Garcia
    Introdução: A enfermagem e a arteterapia podem trabalhar juntas como uma estratégia no tratamento de ansiedade e depressão, principalmente para crianças e adolescentes, ao considerar a arteterapia como ferramenta lúdica que pode proporcionar a melhoria do bem-estar e a disposição de pacientes dessa idade. Objetivo: Analisar a integração entre boas práticas de enfermagem e arteterapia em ambientes terapêuticos no cuidado de crianças e adolescentes com transtornos de ansiedade e depressão. Metodologia: A pesquisa foi desenhada como uma revisão de literatura baseada em artigos científicos publicados nos últimos 05 anos nas bases de dados SciELO e BVS disponíveis na íntegra. Resultados e discussão: Neste trabalho, 11 artigos foram incluídos na análise. Os resultados indicam que a integração entre boas práticas de enfermagem e arteterapia contribui para a redução dos sintomas de ansiedade e depressão em crianças e adolescentes, promovendo bem-estar emocional, autoestima e fortalecimento da autonomia. Entretanto, sua aplicabilidade enfrenta desafios como falta de capacitação, recursos limitados e ausência de protocolos claros. Apesar dos benefícios evidenciados, a arteterapia ainda carece de maior exploração científica, evidenciando a necessidade de pesquisas adicionais e de políticas públicas que apoiem sua implementação sistemática.
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    Saúde mental da mulher no período gestacional e puerpério
    (2025-06) Passos, Valmir Felipe Fontinelli; Figueredo, Fabiana de Freitas
    Introdução: A saúde mental da mulher durante a gestação e o puerpério constitui um aspecto fundamental do cuidado integral no ciclo gravídico-puerperal. Esse período é marcado por intensas transformações fisiológicas, hormonais, emocionais e sociais que, embora naturais, podem desencadear sofrimento psíquico, ansiedade, depressão e outras alterações emocionais. Tais condições impactam diretamente o bem-estar materno, o vínculo com o bebê e o ambiente familiar. O reconhecimento precoce dessas alterações é essencial para promover intervenções adequadas. Objetivo: descrever as possibilidades do apoio profissional quanto a assistência em saúde mental prestada a mulher para a prevenção do surgimento de depressão na gravidez e no puerpério. Metodologia: trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica integrativa, em que os critérios de inclusão adotado foram artigos publicados nos últimos 5 anos, do idioma inglês e português e artigos disponibilizados na íntegra e gratuitamente, nas bases de dados pubmed, medline e lilacs. Resultados e discussões: foram selecionados para análise 12 artigos sobre a temática estudada, assim para apresentar os achados, foi elaborado um quadro com as informações encontradas, elencando os aspectos: ano, autores, objetivo, principais resultados e conclusões. Apesar da elevada prevalência de sofrimento psíquico nesse contexto, muitas mulheres não recebem o diagnóstico adequado, em grande parte por fatores como estigmas sociais, desinformação e a naturalização do sofrimento emocional materno. Isso demonstra uma lacuna importante na assistência à saúde, que deve ser multidisciplinar, preventiva e acolhedora. A atuação dos profissionais de saúde, especialmente da enfermagem, é estratégica, pois eles têm contato direto e frequente com a gestante e a puérpera. Isso os coloca em posição privilegiada para identificar precocemente sinais de sofrimento mental, escutar ativamente as demandas emocionais da mulher e promover o encaminhamento adequado, quando necessário. Considerações finais: é imprescindível que os enfermeiros estejam capacitados não apenas para o cuidado físico, mas também para oferecer suporte emocional e psíquico, respeitando a individualidade e o contexto sociocultural da mulher.
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    Endometriose: uma análise dos impactos na qualidade de vida e saúde integral da mulher
    (2025-06) Nascimento, Kamilla Aguiar do; Oliveira, Lays Andrade de
    Introdução: A endometriose é uma doença crônica que afeta a saúde física, emocional e social das mulheres. Seu diagnóstico é demorado e o acesso ao tratamento pelo SUS ainda é limitado. Os sintomas incluem dores intensas e infertilidade. A enfermagem tem papel essencial no acolhimento e suporte às pacientes. É necessário investir em políticas públicas e cuidados humanizados. Objetivo: Identificar os impactos biopsicossocial e espiritual que a endometriose causa na saúde da mulher. Metodologia: Foi utilizado uma revisão integrativa de literatura, baseada na análise de artigos científicos publicados entre 2020 e 2025 nas bases SciELO, Google Scholar e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Os estudos foram selecionados conforme critérios de relevância científica, ano de publicação e disponibilidade na íntegra, permitindo uma visão ampla sobre os principais avanços no manejo da endometriose. Resultados do estudo: Estudos indicam que a endometriose afeta não só a saúde física, mas também o bemestar emocional e social das mulheres. O diagnóstico pode demorar até 10 anos, devido à falta de informação e dificuldades no acesso a exames. O tratamento varia conforme a gravidade e pode incluir medicamentos hormonais ou cirurgia. A enfermagem tem papel essencial no acolhimento, triagem e apoio às pacientes. Discussão dos dados A endometriose deve ser tratada de forma interdisciplinar, considerando seus impactos clínicos, emocionais e sociais. A SAE contribui para um cuidado mais organizado e humanizado, com acolhimento e suporte contínuo. Políticas públicas eficazes são essenciais para ampliar o acesso ao diagnóstico e tratamento. Considerações finais: O estudo destaca que a endometriose é uma condição complexa que exige abordagem integral, considerando todos os impactos na vida da mulher. Valorizar a atuação da enfermagem e investir em políticas públicas para diagnóstico precoce e tratamento humanizado são medidas urgentes e essenciais.
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    Assistência do enfermeiro à pessoa idosa em cuidados paliativos
    (2026-06) Araújo, Jéssyca Oliveira de; Figueiredo, Fabiana de Freitas
    Introdução: O envelhecimento é um processo natural, progressivo e irreversível, que se inicia no nascimento e acompanha o ser humano ao longo de sua trajetória de vida. Com o avanço da medicina e das condições de vida, observa-se um aumento expressivo da expectativa de vida, o que, consequentemente, gera um crescimento da população idosa. Esse fenômeno populacional, embora seja uma conquista social, traz consigo desafios significativos para o sistema de saúde, pois o envelhecimento está associado ao aumento de doenças crônicas, degenerativas e oncológicas. Tais condições comprometem a funcionalidade e a autonomia dos idosos, exigindo uma assistência de saúde mais específica, sensível e contínua. Nesse contexto, a equipe de enfermagem deve estar preparada para atuar de forma humanizada, ética e eficiente, priorizando o alívio do sofrimento e a qualidade de vida dos pacientes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os cuidados paliativos consistem em uma abordagem que visa melhorar a qualidade de vida de pacientes e seus familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, com ênfase no controle da dor e de outros sintomas físicos, psicológicos, sociais e espirituais.. Objetivo: descrever a atuação do enfermeiro na assistência ao idoso em cuidados paliativos, destacando suas responsabilidades, competências e desafios. Metodologia: revisão de literatura, utilizando as bases Scientific Electronic Library Online (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) , cujos critérios de inclusão abrangeram artigos científicos publicados nos últimos cinco anos, disponíveis na íntegra, nos idiomas português e inglês. Resultados e discussões: Os resultados encontrados indicam que os cuidados paliativos têm como principal finalidade oferecer suporte e conforto ao paciente que enfrenta uma condição de saúde sem possibilidade de cura, sendo os idosos com doenças crônicas avançadas o principal público dessa abordagem. O enfermeiro desempenha papel essencial nesse contexto, atuando no controle de sintomas, administração de medicamentos, escuta ativa, orientação à família e elaboração de um plano de cuidados individualizado e centrado no paciente. O cuidado domiciliar surge como uma alternativa importante, proporcionando maior bem-estar, proximidade familiar e respeito à rotina e preferências do paciente. A formação continuada e a educação permanente dos profissionais são apontadas como fundamentais para garantir a qualidade e segurança na assistência. Considerações finais: Conclui-se que a atuação do enfermeiro na assistência ao idoso em cuidados paliativos é indispensável para garantir um cuidado humanizado, integral e ético, que valorize a dignidade do paciente mesmo diante da terminalidade. A capacitação profissional, a atuação em equipe multiprofissional e o fortalecimento das políticas públicas são estratégias essenciais para a consolidação dos cuidados paliativos como parte integrante e necessária da assistência em saúde, promovendo um processo de morrer mais digno, acolhedor e respeitoso para o idoso e seus familiares.
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    Assistência de enfermagem no cuidado à criança com Transtorno do Espectro Autista
    (2025-06) Queiroz, Clisley Fernanda Oliveira de Lima; Agulhó, Daniela Luzia Zagoto
    Introdução: De acordo com o Ministério da Saúde, o Transtorno do Espectro Autista (TEA), conhecido popularmente como autismo, é uma condição que se caracteriza por perturbações no desenvolvimento neurológico. Essas alterações afetam principalmente a comunicação, o comportamento social e o repertório de interesses da criança, exigindo uma atenção específica e contínua. Nesse contexto, a enfermagem desempenha um papel essencial, pois está presente nas diferentes fases do cuidado, oferecendo suporte não apenas à criança, mas também à família. O olhar sensível, a escuta qualificada e a construção de vínculos são elementos fundamentais da prática de enfermagem, contribuindo para um cuidado mais humanizado, acolhedor e adaptado às necessidades singulares de cada criança com TEA. Objetivo: Descrever a atuação do enfermeiro nas práticas de cuidado voltadas à criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura, que utilizou artigos publicados nos últimos cinco anos em língua portuguesa. Para o desenvolvimento desta pesquisa, as bases de dados estudadas foram a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scielo e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde. Resultados: Foram selecionados 12 artigos para análise da revisão literária. Após análise dos artigos, emergiram as temáticas: Cuidados de enfermagem, capacitação dos profissionais sobre o TEA e a importância da equipe de enfermagem no acolhimento da criança e da família. Discussão: Reconhecer e identificar as dificuldades do diagnóstico precoce do TEA, como identificar o impacto que a família sofre ao saber do diagnóstico da criança, potencializa o cuidado de enfermagem, buscando estratégias, através de capacitação continuada da equipe de enfermagem como de todos profissionais da equipe multidisciplinar, para um olhar atento aos sinais do TEA, para que tenha um tratamento com resultados positivos. Considerações finais: Esta revisão destaca a importância de buscar capacitação sobre o TEA, a fim de ajudar a criar estratégias e planejamento de cuidado individualizado e humanização, contribuindo desta forma para um tratamento mais efetivo.
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    A importância do amparo do enfermeiro no cuidado a saude do idoso com câncer
    (2024-12) Figueiredo, Thammy Marcelly Palmeira; Oliveira, Adriana Delmondes de
    Introdução: O estudo, realizado no âmbito da assistência à saúde do idoso, teve como objetivo analisar a qualidade de vida e a contribuição da enfermagem no cuidado ao idoso, com foco na sua recuperação, promoção da saúde e incentivo à vida saudável. Objetivos: Descrever como é realizada a assistência de enfermagem ao amparo ao idoso acometido com câncer. Mostrar a importância ao acolhimento e acompanhamento realizado pelo profissional de enfermagem no tratamento ao idoso com câncer. Metodologia: Revisão da literatura, com levantamento bibliográfico realizado em artigos publicados entre 2019 a 2024. A coleta de dados foi realizada em bases de dados eletrônicas, como a Biblioteca Virtual de Saúde (BVS). Resultados e Discussões: Os resultados obtidos destacam a importância de incentivar a prática de atividades físicas e a adoção de hábitos saudáveis, visando à melhoria da qualidade de vida do idoso e à prevenção de doenças, incluindo o câncer, que pode surgir com o envelhecimento. Além disso, evidenciou-se a necessidade de estratégias para a promoção da saúde, de modo a minimizar os impactos do envelhecimento e as doenças associadas à idade. Considerações finais: Conclui- se que a equipe de enfermagem desempenha um papel fundamental e deve estar envolvida de forma integral no cuidado ao idoso. Isso inclui mobilizar ações voltadas aos determinantes do envelhecimento e garantir que o idoso seja tratado com dignidade e valorização. O enfermeiro deve orientar os familiares sobre a importância do autocuidado e das práticas de cuidados no contexto de home care, além de oferecer suporte emocional ao paciente, que muitas vezes se sente impotente, com a percepção de que sua vida chegou ao fim e que é um fardo para seus familiares. O apoio psicológico do enfermeiro é essencial para fortalecer a confiança e promover um cuidado mais humanizado e eficaz.
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    O impacto do estresse no trabalho de enfermagem e fatores que levam ao mesmo
    (2024-12) Sales, Nicolly Benicio; Soares, Elizana de Fátima Garcia
    Introdução: O estresse ocupacional é um fenômeno amplamente estudado devido aos seus impactos significativos na saúde e no desempenho dos profissionais. No contexto da enfermagem, o estresse é particularmente prevalente devido às demandas emocionais e físicas da profissão. Objetivo: Descrever os fatores que contribuem para o estresse ocupacional em enfermeiros e o impacto desse estresse na qualidade da assistência de enfermagem. Além disso, explorar as estratégias de gerenciamento de estresse para mitigar seus efeitos. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura, com artigos publicados nos anos de 2019 a 2024 em língua inglesa e portuguesa, artigos na íntegra, retirados das bases de dados: PubMed, MEDLINE e Scielo. Resultados e Discussão: A priori foram encontrados mais de 4 mil artigos, porém, ao aplicar os critérios de inclusão e exclusão, restaram 12 elegíveis para o estudo. Os artigos destacam a importância do diagnóstico precoce do estresse e da educação sobre os fatores estressores, permitindo um cuidado mais eficaz dos sintomas. Além disso, a revisão aponta que a falta de atividades de lazer e a baixa qualidade de vida são fatores que agravam o estresse entre os profissionais enfermeiros. Traz também a importância da educação continuada e criação de grupos com o propósito de melhorar os conflitos interpessoais e minimizar o estresse ocupacional. Considerações finais: O estresse ocupacional entre enfermeiros afeta sua saúde e a qualidade do atendimento, sendo causado por fatores como sobrecarga de trabalho, falta de recursos e apoio organizacional. Estratégias como lazer e programas de gerenciamento de estresse são essenciais para melhorar o bem-estar dos profissionais e o cuidado aos pacientes. Estudos futuros podem ajudar a implementar políticas mais eficazes.
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    Cuidado centrado ao idoso hipertenso: a contribuição do enfermeiro na prevenção da qualidade de vida
    (2024-12) Luca, Letícia Santos de; Figueiredo, Fabiana de Freitas
    Introdução: O cuidado centrado no idoso hipertenso é um enfoque essencial na prática da enfermagem, uma vez que a hipertensão é uma condição comum e frequentemente debilitante entre os idosos. A atuação do enfermeiro é crucial na prevenção, controle e promoção da qualidade de vida desse grupo. A enfermagem não apenas se encarrega do monitoramento da pressão arterial e da adesão ao tratamento, mas também desempenha um papel vital na educação em saúde, apoio emocional e na implementação de mudanças no estilo de vida. Objetivo: Descrever quais as principais intervenções utilizadas por enfermeiros no cuidado centrado no idoso hipertenso. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa, onde os artigos selecionados foram dos últimos cinco anos, na língua inglesa e portuguesa, de forma gratuita e acessados nas bases de dados da Biblioteca Virtual em Saúde, Lilacs, Medline e BDENF. Resultados e Discussão: Foram encontrados 21 artigos que contemplavam os objetivos desse estudo. Os resultados indicam que a educação em saúde, o monitoramento regular e o suporte psicológico são ações efetivas que contribuem para o controle da hipertensão e a redução de complicações. O trabalho em equipe, com a colaboração de enfermeiros e outros profissionais de saúde, é essencial para garantir um manejo eficaz e holístico da condição. Além disso, as intervenções personalizadas que consideram o contexto social e econômico dos pacientes demonstram melhorar a adesão ao tratamento e a qualidade de vida. Considerações Finais: O cuidado centrado no idoso hipertenso, mediado pela atuação do enfermeiro, é fundamental para o controle da hipertensão e para a promoção da qualidade de vida. A implementação de práticas educativas e de suporte, aliadas ao monitoramento contínuo, pode levar a resultados significativos na saúde dos pacientes. Portanto, é essencial que os profissionais de saúde reconheçam a importância de um enfoque colaborativo e integrado no manejo da hipertensão entre os idosos.