Enfermagem

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    O papel do enfermeiro na prevenção de infecções relacionadas à assistência em saúde em unidades de terapia intensiva
    (2026-06) Lacerda, Luana Caroline da Cunha; Conde, Patrícia da Silva
    Introdução: As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) representam um importante desafio nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), exigindo do enfermeiro atuação direta na prevenção e controle dessas infecções, visando à segurança do paciente e à qualidade da assistência. Objetivo: descrever como a atuação do enfermeiro contribui para a prevenção das IRAS em Unidades de Terapia Intensiva, destacando as principais medidas preventivas aplicadas na assistência. Método: Trata-se de uma pesquisa de Revisão de Literatura, baseada em revisão crítica da literatura científica recente, com levantamento de publicações digitais em bases confiáveis, como Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) nos anos (2021–2025). Foram considerados artigos que abordam a prevenção das IRAS e a atuação da enfermagem em UTIs, com exclusão de estudos fora do recorte temporal ou sem relação com a temática proposta. Resultados e discussão: Os resultados indicam que a atuação do enfermeiro é essencial na implementação de práticas preventivas, como higienização correta das mãos, utilização adequada de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), supervisão da equipe, aplicação de protocolos institucionais e educação continuada dos profissionais. Evidenciou-se ainda que essas medidas contribuem significativamente para a redução das taxas de infecção, fortalecimento da segurança do paciente e melhoria da qualidade assistencial. Considerações finais: O estudo evidencia que a atuação qualificada do enfermeiro é indispensável na prevenção das IRAS em UTIs, promovendo uma assistência segura, humanizada e eficaz, além de contribuir para a redução da morbimortalidade e do tempo de internação hospitalar.
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    Papel do enfermeiro na prevenção ao câncer de próstata
    (2024-06) Arruda, Deivid José de Oliveira; Silva, Luiza Maria Rabelo
    Introdução: O câncer de próstata é uma condição clínica que afeta as células glandulares, sendo uma das principais preocupações de saúde masculina. Apesar da gravidade do câncer de próstata, existem desafios no seu diagnóstico precoce e na conscientização dos homens sobre a importância da prevenção. Objetivo: Analisar produções bibliográficas sobre o papel do enfermeiro na prevenção e rastreio de homens com câncer de próstata. Metodologia: trata-se de uma revisão de literatura na plataforma biblioteca virtual de saúde, onde extraiu-se sete artigos que contemplam os critérios de inclusão. Resultados e Discussões: O estudo revisou sete artigos publicados entre 2019 e 2023, focando nas dificuldades enfrentadas pelos enfermeiros e nas ações necessárias para a prevenção do câncer de próstata. Os resultados destacaram que a qualidade de vida dos pacientes com câncer de próstata é influenciada por fatores sociodemográficos e clínicos. Homens mais velhos, com baixa escolaridade e residentes em áreas urbanas foram identificados como grupos de maior vulnerabilidade, destacando a necessidade de estratégias de saúde pública direcionadas. Considerações Finais: Conclui-se que o enfermeiro desempenha um papel fundamental na prevenção do câncer de próstata, por meio de estratégias educativas e de conscientização, contribuindo para a melhoria da saúde masculina e o enfrentamento dessa doença.
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    Atuação do enfermeiro frente a violência obstétrica
    (2024-06) Jesus, Ana Luiza Pedroso de; Silva, Luiza Maria Rabelo
    Introdução: A violência obstétrica caracteriza-se por diversos tipo de agressão, como verbal, psicológica, física e sexual, sendo um termo utilizado para nomear violências direcionadas a gravidas, parturientes, puérperas e até mesmo ao bebê, pois pode ocorrer antes, durante e pós na assistência ao parto. Objetivo: Compreender qual papel do enfermeiro na assistência às mulheres que sofrem de violência obstétrica. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura, cuja coleta de dados ocorreu no período de fevereiro a junho de 2024, na plataforma Biblioteca Virtual de Saúde, a partir dos descritores “obstetric violence” e “nurs*”, ligados pelo operador booleano AND e que atendiam aos critérios de inclusão e exclusão. Resultados: Esta revisão constitui-se de 07 artigos elegíveis que contemplam a temática estudada. Foram publicados entre os anos de 2019 a 2022 e resultaram em três categorias, sendo elas: 1. Ações que caracterizam a violência obstétrica, 2. As boas práticas de assistência como combate à violência obstétrica e 3. Políticas de assistência a gestação, parto e nascimento. Conclusão: Conclui-se que o enfermeiro tem um importante papel no combate à violência obstétrica devido sua capacidade em prestar atendimento de forma holística, estimulando a autonomia da gestante com informações baseadas em evidência científica de forma que ela possa tomar suas próprias decisões e que favoreça seu bem-estar, evitando traumas em um momento tão frágil, além disso, o enfermeiro também deve pautar sua assistência em evidências cientificas, ter conhecimento sobre técnicas de parto, saber identificar anormalidades obstétricas, respeitar, orientar e acolher cada mulher em sua particularidade.