Centro Universitário Fasipe
URI permanente desta comunidadehttps://repositorio.fasipe.com.br/handle/123456789/5
Disponibiliza arquivos digitais de TCCs de acadêmicas, monografias ou artigos da Unifasipe
Notícias
www.fasipe.com.br
Navegar
5 resultados
Resultados da Pesquisa
Item Proposta de um centro hípico equoterapêutico para a cidade de Sinop - Mato Grosso(2026-06) Silva, Isadora Martins da; Saraiva, Tatiana SantosEste trabalho propõe o desenvolvimento de um espaço arquitetônico na cidade de Sinop, no estado de Mato Grosso, destinado à prática da equoterapia e do hipismo, com instalações necessárias, para atender uma equipe multiprofissional e com atenção ao bem-estar animal, voltado ao atendimento de pessoas neurodivergentes, com deficiências físicas ou transtornos emocionais, assim como atividades hípicas complementares. De natureza qualitativa, a pesquisa utilizou metodologia de revisão bibliográfica para identificar conceitos importantes para o projeto, normas técnicas e estudos de caso nacionais e internacionais, que embasaram a definição dos requisitos funcionais e espaciais do projeto. Utilizou-se também um questionário aplicado para a população, com objetivo de investigar opiniões e percepções sobre o tema. Os resultados alcançados pela análise dos dados evidenciam que um centro planejado com, estrutura e padrões adequados que amplia o acesso a terapias alternativas, promove inclusão social, melhora indicadores de saúde e pode servir como modelo replicável. Dessa forma, o estudo destaca o papel estratégico da arquitetura no favorecimento do bem-estar humano e animal, bem como na eficácia e potencialização dos resultados de tratamentos terapêuticos.Item Equoterapia: uma intervenção precoce no tratamento de crianças com Síndrome de Down(2025-12) Maestri, Bruna Gabrielli Knorst; Paes, Liara Beatriz Carneiro de AlmeidaEste trabalho aborda a importância da equoterapia como intervenção precoce no tratamento de crianças com Síndrome de Down, explorando seus impactos no desenvolvimento motor, cognitivo, emocional e social. A pesquisa fundamenta-se em uma revisão bibliográfica qualitativa, com foco em estudos que analisam os benefícios dessa prática terapêutica interdisciplinar. A Síndrome de Down, causada pela trissomia do cromossomo 21, é a principal causa genética de deficiência intelectual, apresentando repercussões no tônus muscular, coordenação motora, fala, cognição e autonomia. Nesse contexto, a intervenção precoce é essencial, pois possibilita estímulos adequados desde os primeiros meses de vida, potencializando a plasticidade cerebral e favorecendo o desenvolvimento integral. A equoterapia, reconhecida oficialmente no Brasil pelo Conselho Federal de Medicina em 1997, utiliza o cavalo como agente terapêutico em atividades que unem saúde, educação e práticas equestres. O movimento tridimensional do animal reproduz o padrão da marcha humana, estimulando ajustes posturais, equilíbrio, coordenação motora e percepção corporal. Além dos ganhos físicos, a interação com o cavalo promove autoestima, socialização, disciplina e redução da ansiedade. Diversos estudos apontam resultados positivos da equoterapia em crianças com Síndrome de Down, destacando avanços significativos na postura, marcha, comunicação, força muscular e habilidades sociais. A prática é conduzida por uma equipe multiprofissional, que pode envolver fisioterapeutas, psicólogos, pedagogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e educadores físicos, garantindo uma abordagem global e individualizada. A revisão bibliográfica evidenciou que a equoterapia constitui um recurso terapêutico inovador e eficaz, principalmente quando aplicada de forma precoce. Ela favorece não apenas o desenvolvimento motor, mas também aspectos cognitivos e emocionais, ampliando as possibilidades de autonomia e inclusão social das crianças. Assim, conclui-se que a equoterapia representa uma alternativa promissora no tratamento de crianças com Síndrome de Down, reforçando a necessidade de maior difusão, investimento e reconhecimento dessa prática no campo da saúde e da educação.Item Benefícios da abordagem equoterapêutica da fisioterapia no transtorno do Espectro Autista (TEA) na infância(2024-07) Rebelatto, Vitória Maria Gunsch; Tribioli, Ricardo AlexandreO Transtorno do Espectro Autista (TEA) é descrito como um transtorno do neurodesenvolvimento que impacta a comunicação, o comportamento, o desenvolvimento motor e social, apresentando desafios significativos tanto para as crianças afetadas quanto para suas famílias. Nesse cenário, a Equoterapia emerge como uma opção terapêutica que utiliza a interação com cavalos como meio comprovado de promover melhorias na qualidade de vida dos diagnosticados com o transtorno. Reconhecida por seu papel abrangente no tratamento psicológico, social, sensorial, físico, motor, postural, emocional e cognitivo das crianças no espectro autista, a Equoterapia se destaca ao incorporar a interação com os equinos, o ambiente natural e a equipe multidisciplinar envolvida no monitoramento do progresso do praticante. Com sessões de apenas trinta minutos, a criança tem seu desenvolvimento incentivado positivamente por estímulos de ajustes tônicos, interações sociais, estímulos cognitivos, sensoriais e proprioceptivos direcionados às suas necessidades individuais. Este trabalho foi realizado em formato de revisão bibliográfica por meio de pesquisas, livros e artigos científicos já publicados e referenciados, com o objetivo de salientar os benefícios que a Equoterapia é capaz de proporcionar ao desenvolvimento global da criança autistaItem A influencia da Equoterapia em portadores de paralisia cerebral(2021-12-03) Kaminski, Juliana; Carvalho, Fabiano PedraO presente estudo trata-se de uma revisão metodológica, sobre a Paralisia Cerebral (PC), com o objetivo de identificar os estudos sobre o tema na presente literatura. Vários são os fatores causadores da PC uma delas seria lesão estática ocorrida no período pré-natal durante a gestação, perinatal durante o nascimento ou pós-natal após o nascimento até os cinco anos de idade, afetando o sistema nervoso central em fase de maturação causando um desenvolvimento anormal do cérebro, a porcentagem de crianças com PC é de 1,5 a 5,9/1000 nascidos vivos sua maior porcentagem é em sexo masculino, alerta que nos casos como no Brasil que é um pais em desenvolvimento estes problemas pode estar relacionado com más condições na saúde e mal nutrição materna e infantil, a perspectiva de vida dos portadores que apresentam PC severa 95% vivem até os dez anos de idade, 75% até os vinte anos de idade e 60% até os trinta anos de vida, o objetivo deste trabalho é demonstrar aos acadêmico em fisioterapia o tratamento de crianças portadoras de paralisia cerebral através da equoterapia que vai exigir uma participação total do corpo do praticante favorecendo sua evolução geral dos membros, o movimento do equino favorece o estímulo de associação psicomotora do praticante, a inclusão de fisioterapeutas em programas de reabilitação em comunidades é muito importante, pois irá ajudar na melhora do quadro de saúde desda população, favorecendo um progresso e seu bem estar, a fisioterapia tem com objetivo reduzir as consequências e garantir o máximo funcionamento, são realizadas tecnicas para reduzir a hipertensão muscular e ainda contribuindo para amenizar reflexos negativos.Item Contribuição da Equoterapia para o desempenho funcional de crianças com autismo(2020) Passoni, Gabriela; Fortes, Tatiane Favarin RechO interesse pela Equoterapia deu-se por meio do reconhecimento de que essa terapia apresenta resultados benéficos para a melhora de movimentos corporais em seres humanos. Nesse sentido, ao se portar para a clientela de crianças acometidas por autismo, objetiva-se demonstrar que este recurso cinesioterapêutico contribui significativamente para o desenvolvimento de crianças com este transtorno, também conhecido por Transtorno do Espectro Autismo (TEA). O cavalo, animal imprescindível para o uso e aplicação deste método, precisa ser escolhido de modo criterioso que vise atender às necessidades do praticante, o qual deverá ser diagnosticado por uma equipe de profissionais, incluindo o psicólogo, que comporá a equipe multidisciplinar que acompanhará as sessões. Nesse sentido, a fim de contemplar os objetivos, a metodologia utilizada corresponde à Pesquisa Bibliográfica, fazendo-se revisão da literatura apresentada, analisando e explorando artigos e periódicos que já fizeram pesquisa participante. Na análise realizada, a bibliografia consultada denotou que esta terapia obtém resultados positivos para crianças com TEA, favorecendo melhora nos seus aspectos psicomotores e em vínculos sociais. A criança autista precisa compreender, favorecido pela ajuda de profissionais, que os vínculos e afetos não podem se restringir a uma pessoa, qual seja sua mãe, pai, irmãos ou pessoas com quem convive diariamente. É no coletivo que se interage e se convive harmoniosamente (ou pelo menos deveria ser assim). Nesse cenário, o papel do psicólogo mediante a contemplação de resultados favoráveis, principalmente à criança com autismo, condiz com uma das funcionalidades de sua atuação no meio social, conferindo à Psicologia, e reforçando, sua importância de Ciência imprescindível em vários campos sociais que perpassam as relações humanas.
