Desenvolvimento da cultura do tomate sob diferentes doses de extrato de alga marinha
| dc.contributor.advisor | Cavalcante, Suzilâine | |
| dc.contributor.author | Fenner, Kauanny Rocha | |
| dc.date.accessioned | 2025-12-09T13:52:30Z | |
| dc.date.issued | 2025-06 | |
| dc.description.abstract | O uso de bioestimulantes naturais tem ganhado destaque na agricultura moderna como alternativa sustentável para o aumento da produtividade e qualidade de diversas culturas. Dentre esses, o extrato da alga Ascophyllum nodosum tem sido amplamente estudado por sua capacidade de promover o crescimento vegetal, estimular a resistência a estresses abióticos e melhorar parâmetros morfológicos. Neste contexto, avaliou-se o desenvolvimento da cultura do tomate (Solanum lycopersicum L.) sob diferentes doses do extrato de A. nodosum, por meio da análise comparativa de características morfológicas em condições de cultivo em bandejas e a campo. Foram testadas quatro doses do bioestimulante (0, 2, 4 e 8 mL L⁻¹), aplicadas por embebição direta das sementes em soluções preparadas com água destilada e a concentração respectiva. Na etapa em bandejas, o delineamento experimental foi inteiramente casualizado (DIC), com quatro tratamentos e catorze repetições, totalizando 56 unidades experimentais. O experimento foi conduzido em ambiente protegido e as avaliações ocorreram aos 21 dias após a semeadura. As variáveis analisadas foram comprimento radicular (CR), comprimento da parte aérea (CPA), número de folhas (NF) e massa úmida (UM). Os resultados revelaram diferenças estatísticas significativas (p < 0,05) para as variáveis CPA, NF e UM, com destaque para a dose de 8 mL L⁻¹, que promoveu o maior crescimento vegetativo e maior acúmulo de biomassa nas plântulas, reforçando a ação positiva do bioestimulante na fase inicial de desenvolvimento. Na condução em campo, o delineamento adotado foi em blocos casualizados (DBC), com seis blocos e quatro tratamentos e duas repetições distribuídos em cada um, totalizando 48 plantas. Foram realizadas duas avaliações de altura de planta aos 28 e 44 dias após o plantio, e uma contagem manual do número de frutos por planta ao final do ciclo. Apesar das variações médias entre os tratamentos, nenhuma variável apresentou significância estatística (p > 0,05), o que pode ser atribuído ao número limitado de avaliações, ao curto período de acompanhamento e às interferências ambientais que dificultaram a expressão dos efeitos do bioestimulante. Conclui-se que o extrato de A. nodosum demonstrou efeito positivo no crescimento morfológico inicial das plântulas de tomate em ambiente protegido, mas não teve impacto significativo em condições de campo. Novos estudos são recomendados, com maior rigor experimental, mais repetições e período prolongado de avaliação, para validar o potencial agronômico do bioestimulante em diferentes condições de cultivo. | |
| dc.description.resumo | The use of natural biostimulants has gained prominence in modern agriculture as a sustainable alternative to enhance the productivity and quality of various crops. Among them, the extract of the seaweed Ascophyllum nodosum has been extensively studied for its ability to promote plant growth, stimulate resistance to abiotic stress, and improve morphological traits. In this context, the development of tomato plants (Solanum lycopersicum L.) under different doses of A. nodosum extract was evaluated through a comparative analysis of morphological characteristics under both tray and field cultivation conditions. Four doses of the biostimulant (0, 2, 4, and 8 mL L⁻¹) were tested, applied by directly soaking the seeds in solutions prepared with distilled water and the respective concentrations. In the tray experiment, a completely randomized design (CRD) was used, with four treatments and fourteen replications, totaling 56 experimental units. The experiment was conducted in a protected environment, and evaluations were performed 21 days after sowing. The variables analyzed were root length (RL), shoot height (SH), number of leaves (NL), and fresh biomass (FB). The results showed statistically significant differences (p < 0.05) for SH, NL, and FB, with the 8 mL L⁻¹ dose showing the greatest vegetative growth and biomass accumulation in the seedlings, reinforcing the biostimulant’s positive effects during the early development stage. In the field experiment, a randomized block design (RBD) was adopted, with six blocks, four treatments, and two replications per block, totaling 48 plants. Two plant height assessments were conducted at 28 and 44 days after transplanting, and the number of fruits per plant was manually counted at the end of the cycle. Despite average differences among treatments, no variable showed statistical significance (p > 0.05), which may be attributed to the limited number of evaluations, short monitoring period, and environmental factors that interfered with the expression of the biostimulant’s effects. It is concluded that A. nodosum extract had a positive effect on the initial morphological growth of tomato seedlings under protected conditions but did not show a significant impact under field conditions. Further studies are recommended, with greater experimental rigor, increased replication, and longer evaluation periods, to validate the agronomic potential of the biostimulant under diverse cultivation conditions. | En |
| dc.identifier.citation | Fenner, Kauanny Rocha. Desenvolvimento da cultura do tomate sob diferentes doses de extrato de alga marinha. 2025. p. 37. Trabalho de Conclusão de Curso – Centro Universitário Fasipe - UNIFASIPE | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.fasipe.com.br/handle/123456789/1255 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.subject | Ascophyllum nodosum | |
| dc.subject | Solanum lycopersicum | |
| dc.subject | bioestimulante | |
| dc.title | Desenvolvimento da cultura do tomate sob diferentes doses de extrato de alga marinha | |
| dc.type | Working Paper |
