Educação Física

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Resultados da Pesquisa

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    Impacto da musculação no controle da dor crônica em adultos
    (2026-06) Elbano, Thiago; Costermani, Hércules
    A dor crônica é um sério problema de saúde pública que afeta populações no mundo inteiro. Suas manifestações são estudadas por diversas áreas da saúde. Por se tratar de um problema de origem multifatorial, exige múltiplas abordagens dentro da ciência da saúde. A musculação como meio de intervenção foi estudada ao longo dos últimos anos pelos profissionais de educação física, juntamente com outros profissionais da saúde. A prática do treinamento resistido é fortemente indicada como um método de tratamento não farmacológico, isto é, uma forma de alívio da sensação de dor, sem a utilização de substâncias medicamentosas. O presente estudo analisou os impactos que o treinamento resistido causa no quadro de dor crônica de praticantes de musculação. Adotou-se um estudo de pesquisa contendo o conhecido Questionário de Dor de McGill, utilizado para mensuração de dor. O objetivo do estudo se baseou em analisar, por meio da obtenção de informações, como a prática da atividade impactou em sua qualidade de vida de maneira geral. A conclusão obtida ao final do trabalho indicou que a prática da musculação trouxe benefícios reais na promoção da redução de índices de dor dos participantes.
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    Tempo de reação em idosos praticantes e não praticantes de atividade física.
    (2026-06) Pereira, Gustavo Henrique Nunes; Costermani, Hercules
    O presente estudo teve como objetivo analisar a influência da prática regular de atividade física sobre o tempo de reação em idosos praticantes e não praticantes. O envelhecimento é um processo natural que provoca alterações fisiológicas, cognitivas e motoras, podendo comprometer a capacidade de resposta aos estímulos do ambiente. A pesquisa caracterizou-se como quantitativa e descritiva, sendo realizada com 12 idosos, divididos em dois grupos: 6 praticantes e 6 não praticantes de atividade física. Para a coleta de dados, foram utilizados o Teste da Régua de Nelson e o Teste da Bola de Tênis. Os resultados demonstraram melhor desempenho dos idosos praticantes de atividade física em ambos os testes, indicando menor tempo de reação quando comparados aos não praticantes. Esses resultados sugerem que a prática regular de exercícios físicos contribui para a manutenção das capacidades neuromotoras e cognitivas durante o envelhecimento. Conclui-se que a atividade física exerce influência positiva sobre o tempo de reação, favorecendo a autonomia, a funcionalidade e a qualidade de vida dos idosos.
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    Efeitos do treinamento físico leve a moderado na redução da fadiga em paciente com Linfoma de Hodgkin durante o tratamento quimioterápico
    (2026-06) Vargas, Atílio Pereira; Costermani, Hercules
    O Linfoma de Hodgkin é uma neoplasia maligna do sistema linfático que, apesar das elevadas taxas de resposta terapêutica, pode estar associado a efeitos adversos importantes durante o tratamento quimioterápico, entre eles a fadiga relacionada ao câncer. Esse sintoma pode comprometer a capacidade funcional, a disposição física, os aspectos emocionais e a qualidade de vida do paciente. Nesse contexto, o exercício físico leve a moderado tem sido investigado como estratégia complementar no cuidado oncológico. O presente estudo teve como objetivo analisar os efeitos do treinamento físico leve a moderado sobre a fadiga relacionada ao câncer em um paciente com Linfoma de Hodgkin durante o tratamento quimioterápico. Trata-se de um estudo de caso longitudinal, de abordagem qualitativa e quantitativa, com caráter descritivo e autoetnográfico. O acompanhamento foi realizado entre abril de 2025 e junho de 2026, contemplando dados clínicos, avaliações físicas, registros de treinamento, exames laboratoriais e de imagem, percepção subjetiva de esforço avaliada pela Escala de Borg adaptada de 0 a 10 e avaliação da fadiga por meio do questionário EORTC QLQ-FA13. Os resultados demonstraram predominância da fadiga física em relação aos domínios emocional e cognitivo, com picos próximos às aplicações do protocolo quimioterápico ABVD e redução parcial nos intervalos entre os ciclos. Apesar das oscilações da fadiga, o participante manteve treinamento físico leve a moderado durante o acompanhamento, com intensidade percebida compatível com níveis leves a moderados. As avaliações físicas indicaram aumento do peso corporal, do índice de massa corporal, do percentual de gordura e de algumas circunferências corporais, sem evidência de perda ponderal ao longo do tratamento. Conclui-se que o treinamento físico leve a moderado, quando adaptado às condições clínicas individuais e monitorado pela percepção subjetiva de esforço, pode representar uma estratégia complementar relevante para a manutenção da rotina funcional e para o enfrentamento da fadiga relacionada ao câncer durante o tratamento quimioterápico.